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Região sofre com perdas agrícolas na crise hídrica

Agronegócio

25 de agosto de 2021 21:30

Da Redação


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Efeitos da crise hídrica que atinge o Paraná há mais de um ano, prejudicaram lavouras e plantações em todo estado Foto: Divulgação
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Efeitos da crise hídrica que atinge o Paraná há mais de um ano, prejudicaram lavouras e plantações em todo estado

No Paraná, as perdas provocadas pela estiagem repercutem em toda a cadeia alimentar. Sem chuvas significativas no momento do plantio de grãos, muitos produtores atrasaram a semeadura, fazendo com que a produção sofresse impacto de pragas e de geadas fora dos ciclos convencionais.

A quebra na produção de milho foi de 58% na segunda safra em relação ao mesmo período da cultura no ano passado. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, a estimativa inicial era colher 14,6 milhões de toneladas de milho em 2,5 milhões de hectares no estado. Sem chuvas suficientes, os agricultores paranaenses colheram 6,1 milhões de toneladas na mesma área plantada. Isso significa um prejuízo de R$ 12 bilhões na economia.

Maior produtor de feijão no país, o Paraná também viu diminuir em 48% a colheita das duas primeiras safras deste ano. Das 539 mil toneladas esperadas, foram colhidas 282 mil toneladas.

No Núcleo Regional de Ponta Grossa um dos maiores produtores de feijão do Estado apontaram queda em 50% da colheita. A safra do milho também foi afetada chegando a 49% na regional. Impacto devido à estiagem do mês de fevereiro onde começa o plantio da segunda safra.

Segundo Luiz Vantroba Economista do Deral posteriormente “As safras de inverno como Trigo Cevada e Aveia não sofreram tanto com a estiagem pois são culturas aptas a diferentes condições climáticas”.  A safra dos grãos está no momento de transição, as últimas chuvas recorrentes na região dos Campos Gerais ocorreram nos dias 12, 13 e 14 de agosto que amenizaram os efeitos de uma estiagem maior para a produção dessas culturas, que mantém projeções positivas.

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