Deputada Aline Sleutjes tem sigilo bancário quebrado pelo STF

Campos Gerais

17 de junho de 2020 09:51

Da Redação


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Parlamentar de Castro é uma das dez investigadas pelo STF por suspeita de financiamento de atos antidemocráticos realizados por apoiadores de Jair Bolsonaro

A deputada estadual Aline Sleutjes (PSL), que representa Castro e a região dos Campos Gerais no Congresso Nacional, é um dos alvos da quebra de sigilo bancário pedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito que investiga os atos antidemocráticos que vêm ocorrendo nas últimas semanas em várias cidades do país. Em um deles, a sede do STF foi atingida por fogos de artifício, o que gerou uma operação da Polícia Federal que resultou na prisão da ativista bolsonarista Sara Winter, líder do grupo armado de extrema direita Os 300 do Brasil.

Aline está entre os dez deputados federais e um senador da base de apoio do presidente Jair Bolsonaro que foram alvos da quebra de sigilo. O objetivo do STF é encontrar indícios que possam mostrar se esses parlamentares financiaram os atos que pediram, entre outros absurdos, o fechamento do Congresso Nacional e do STF.

Além de Aline, também tiveram o sigilo quebrado o senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) e os deputados federais Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Cabo Junio Amaral (PSL-MG), Otoni de Paula (PSC-RJ), Daniel Silveira (PSL-RJ), Caroline de Toni (PSL-SC), Alê Silva (PSL-MG), General Girão (PSL-RN) e Guiga Peixoto (PSL-SP).

A quebra de sigilo bancário foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes. Nesta terça-feira (16), a PF cumpriu 21 mandados de busca e apreensão na Operação Lume, contra aliados de Bolsonaro. Entre os alvos estavam dirigentes do Aliança pelo Brasil, partido que o presidente ainda tenta fundar junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde sua saída do PSL, além de youtubers e blogueiros de extrema direita.

Posicionamento de Aline Sleutjes

Em vídeo divulgado pelas redes sociais, a deputada estadual garantiu que não tem nada a esconder e que está à disposição da Justiça. “Nunca financiei nada que tenha relação com atos antidemocráticos, e vou continuar participando de manifestações pacíficas a favor do Brasil #fechadoscombolsonaro”, escreveu a parlamentar castrense. Ela também disse que ficou sabendo da quebra de sigilo bancário pela mídia e não foi informada pelo STF sobre o procedimento.

O vídeo completo com o posicionamento de Aline Sleutjes pode ser visto no player acima ou nas redes sociais da deputada.

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