PM atingida por explosão segue internada na UTI

Campos Gerais

26 de outubro de 2020 11:27

Da Redação


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Fontes ligadas à Polícia Militar revelaram que o quadro de saúde da soldado Priscila é o mais grave; cabo Ferraz já está no quarto e passa bem

É grave o estado de saúde da soldado Priscila, uma das vítimas do atentado a bomba praticado contra policiais militares na cidade de Ipiranga (região dos Campos Gerais) na madrugada de domingo (25). Fontes ligadas à Polícia Militar informaram à redação do portal aRede que ela está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da cidade e já passou por cirurgias devido à gravidade das lesões.

LEIA TAMBÉM: PM pede ajuda da comunidade para esclarecer atentado

Conforme foi apurado pela redação, a soldado teve possíveis lesões nas vias aéreas e sofreu diversas queimaduras no rosto, além de sofrer fratura exposta em um dos braços. Ela precisou ser sedada e entubada por causa do desconforto provocado pelas lesões. A previsão é de que a soldado deixe a UTI entre terça e quarta-feira (28), mas tudo depende da evolução do quadro clínico dela. Ainda de acordo com o relato da fonte ligada à PM, as lesões não implicam em risco de morte.

Ao lado dela na viatura atingida por um artefato explosivo estava o cabo Josnei Ferraz. Ele já está no quarto do hospital com lesões em tecidos moles na região da cabeça, onde sofreu as lesões mais graves. Ele também teve queimaduras nos braços, está consciente e a previsão é de que ele receba alta já na terça-feira (27).

O ataque

A equipe da PM foi acionada para atender a um caso de perturbação do sossego na cidade de Ipiranga. Em uma residência ocorria uma festa onde havia várias pessoas aglomeradas e com o som em volume extremamente alto. Quando a viatura se aproximou e ligou o giroflex, um explosivo foi lançado sobre o carro. Com a explosão, o teto do veículo foi totalmente destruído e os policiais ficaram feridos.

Até a publicação desta matéria, ainda não havia informações sobre a autoria do atentado criminoso e as autoridades policiais pedem apoio da comunidade para ajudar a esclarecer o caso. Informações que auxiliem a polícia a identificar os criminosos responsáveis pelo ataque podem ser repassadas anonimamente aos telefones 181, 190 e 197, ou ainda pelo Whatsapp da Polícia Civil pelo número (42) 99807-9691.

Saiba mais:

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