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Municípios da região preparam finanças para o final de ano

Campos Gerais

25 de setembro de 2021 10:52

Allyson Santos


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Presidente da AMCG e prefeito de Castro, Moacyr Fadel (Patriota), avalia o cenário econômico dos Campos Gerais Foto: Divulgação
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 Presidente da AMCG e prefeito de Castro, Moacyr Fadel (Patriota), avalia o cenário econômico dos Campos Gerais

As prefeituras que compõem a Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG) já têm um planejamento financeiro definido para a reta final deste ano, incluindo os pagamentos referentes ao 13º salário dos servidores. Em entrevista concedida ao Grupo aRede, o presidente da instituição e prefeito de Castro, Moacyr Fadel (Patriota), avaliou o cenário econômico da região neste processo que ainda leva em conta os impactos ocasionados pela covid-19.

Segundo o gestor, todas as cidades brasileiras sofreram um desgaste significativo em termos de arrecadação. “Estamos preocupados, porém todos os prefeitos da nossa região têm os recursos necessários para garantir o pagamento dos funcionários até o final deste ano de 2021. Isto é o que chegou até mim”, ressaltou Fadel. Outro tema abordado pelo presidente da AMCG foi a suspensão do reajuste que seria concedido aos servidores em setembro.

A medida foi tomada pelos municípios que integram o grupo após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que cassou a revisão anual da remuneração dos servidores municipais durante o estado de calamidade pública da pandemia. “Nós optamos por não correr o risco dos funcionários terem de devolver esse valor. Por isso, optamos por suspender o reajuste até o fim do ano. Vamos aguardar a decisão do STF para pagar o reajuste”, disse.

Moacyr também lamentou a situação. “Infelizmente, a nossa posição é essa e acredito que ela tem que ser mantida. Em última instância, está definido pela justiça que o repasse não pode ser realizado”, explicou. As prefeituras que já haviam concedido o reajuste seguem o entendimento da associação. Nos Campos Gerais, somente Ponta Grossa, Jaguariaíva, Sengés e Ivaí não haviam realizado a recomposição. Em Ponta Grossa, o processo de recomposição estava em negociação já que, inicialmente, a recomposição iria impactar a folha de pagamento em R$ 32 milhões. Com a decisão do STF o processo foi encerrado temporariamente.

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