Região inaugura nova fábrica de R$ 1,1 bilhão

Unidade da Premier Pet começa a funcionar nesta quinta-feira (29), em Porto Amazonas. Indústria deve garantir a geração de 330 empregos diretos e 700 indiretos

Unidade da Premier Pet começa a funcionar nesta quinta-feira (29), em Porto Amazonas
Unidade da Premier Pet começa a funcionar nesta quinta-feira (29), em Porto Amazonas -

Da Redação

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

Unidade da Premier Pet começa a funcionar nesta quinta-feira (29), em Porto Amazonas. Indústria deve garantir a geração de 330 empregos diretos e 700 indiretos

A PremieRpet, líder brasileira na fabricação de alimentos de alta qualidade para cães e gatos, detentora das marcas PremieR, Golden e Vitta Natural, completa 25 anos e celebra um importante marco em sua trajetória: a inauguração de uma nova planta industrial, localizada em Porto Amazonas, na região dos Campos Gerais. Com essa nova operação, a empresa mais do que dobra a sua capacidade produtiva de alimentos secos e fortalece sua liderança em nutrição de cães e gatos no Brasil.

A fábrica no Paraná começa a produzir após três anos de obras e investimentos que vão ultrapassar o R$ 1,1 bilhão, concretizando o maior e mais tecnológico polo industrial da América Latina. Nesta fase serão gerados 330 empregos diretos e 700 indiretos para atender o aumento da demanda da empresa no mercado brasileiro, bem como a expansão para outros países, consolidando também a internacionalização do negócio.

“Somos hoje a maior empresa do Brasil no segmento de pet food. Este investimento, somado à recente inauguração da planta de produtos naturais úmidos em Dourado (SP), marca um ponto de inflexão na história de crescimento da empresa, com impacto sem precedentes no nosso mercado”, afirma a diretora de planejamento estratégico e marketing corporativo da PremieRpet, Madalena Spinazzola. Segundo a executiva, a expertise adquirida ao longo de 25 anos de mercado somada aos diferenciais de tecnologia e inovação dessa nova fábrica permitirá conduzir o segmento de alimentos naturais de alta qualidade para cães e gatos a um novo patamar no Brasil.

Com linhas de extrusão tecnológicas e laboratório exclusivo com alta capacidade de análises, a unidade fabril de Porto Amazonas tem 92 mil metros quadrados de área construída e capacidade de produção de 660 mil toneladas de alimentos para cães e gatos ao ano. “Em uma área total de 1 milhão de metros quadrados, a planta está preparada para atender novas demandas de expansão”, diz o diretor industrial Cássio Macedo de Toledo.

A localização nos Campos Gerais é estratégica, pois fica próxima de fornecedores de proteína e grãos, bem como de grandes centros consumidores, malha rodoviária robusta e fácil acesso a áreas portuárias e ferrovia, apresentando condições favoráveis tanto para receber matérias-primas importadas que compõem a formulação dos alimentos como para a expansão do negócio.

Indústria alinha inovação e sustentabilidade

Qualidade e inovação caminham lado a lado com sustentabilidade. Por isso, a fábrica foi planejada para receber a certificação Leed Gold, principal selo que reconhece edificações verdes que seguem padrões internacionais. “Essa iniciativa está em sintonia com nossas prioridades de boas práticas ambientais, sociais e de governança, visando gerar impacto positivo na sociedade”, destaca o diretor industrial. A fábrica de Porto Amazonas (PR), assim como a fábrica de alimentos naturais úmidos inaugurada recentemente em Dourado (SP), também segue esse conceito.

Em entrevista ao Portal aRede e Jornal da Manhã, o prefeito de Porto Amazonas, Elias Gomes da Costa, afirmou que a parceria entre a gestão municipal e a empresa é a melhor possível. “A direção tem garantido a preferência de contratação para os trabalhadores locais neste primeiro momento”, destaca Elias. Além do impacto na geração de empregos, a chegada da fábrica deverá favorecer o setor agrícola em Porto Amazonas. Segundo o prefeito, a empresa pretende utilizar matéria prima local para estimular a produção, que necessita de milho, aveia e outros insumos.

Com informações da Assessoria de Imprensa