Sargento da PM mata ex-mulher durante discussão

Cotidiano

20 de abril de 2019 14:16

Da Redação

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Jucilene foi morta pelo ex-marido com quatro tiros, dentro da casa dela, no bairro Jardim Figueira Foto: Reprodução
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O sargento da Polícia Militar Sidnei da Rosa Silva, de 48 anos, matou a tiros a ex-mulher Jucilene Siqueira, de 28, e depois cometeu o suicídio, em Paranaguá 

Um caso de feminicídio seguido de suicídio foi registrado no início da manhã deste sábado (20), em Paranaguá, no litoral do Paraná. O sargento da Polícia Militar Sidnei da Rosa Silva, de 48 anos, matou a tiros a ex-mulher Jucilene Siqueira, de 28, e depois cometeu o suicídio. O casal estava separado há um ano e, segundo o apurado pela equipe da TVCI – A Voz do Litoral, Silva não aceitava o fim do relacionamento.

Jucilene foi morta pelo ex-marido com quatro tiros, dentro da casa dela, no bairro Jardim Figueira. Os quatro filhos menores de 10 anos estavam na casa na hora do crime, por volta das 7h30.

Silva foi até a casa da ex-mulher logo no início da manhã e os dois começaram a discutir. Ele pegou a arma e atirou, a princípio duas vezes. depois, deu mais dois tiros na ex-companheira, que morreu no local. Os filhos estavam nos quartos.

Logo depois, o sargento saiu da casa e foi até o bairro Jardim Porto dos Padres. Lá atirou contra a própria cabeça usando a mesma arma que matou Jucilene.

“O que sabemos é que houve uma discussão logo cedo e foram encontrados vários objetos quebrados na residência. Lamentamos muito começar o dia com uma notícia triste como essa, envolvendo uma família e um sargento da reserva. Prestamos toda a solidariedade às famílias”, disse o tenente Correia, da PM no litoral.

Na casa onde houve o crime, vizinhos e parentes lamentaram a morte. O ex-casal era bastante conhecido no bairro. Os quatro filhos estavam na casa, mas nãos e feriram. Duas crianças era filhas apenas de Jucilene e as outras duas eram filhas do casal.

A perícia foi até o local do assassinato e o IML recolheu o corpo de Jucilene. Parentes, bastante abalados, não quiseram falar com a imprensa.


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