Brasil registra 816 novas mortes e casos passam de 233 mil

Cotidiano

16 de maio de 2020 19:40

Da Redação


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Segundo o Ministério da Saúde, não há perspectiva, de que as curvas de contágio e de mortes diminua Foto:
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Segundo o Ministério da Saúde, não há perspectiva, de que as curvas de contágio e de mortes diminua

Um dia após o ex-ministro Nelson Teich pedir demissão do governo federal, o Ministério da Saúde atualizou os números da epidemia provocada pelo coronavírus no país neste sábado (16/06). Ao todo, o Brasil soma 15.633 óbitos, com 233.142 pessoas testadas positivamente para a doença. Segundo o ministério, não há perspectiva, contudo, de que as curvas de contágio e de mortes se estabilizem ou diminuam.

No boletim de sexta (15/05), o Brasil havia atingido a marca de 14.817 mortos em decorrência da doença e diagnosticado 218.223 pacientes. De quinta para sexta, informou o ministério, foram registrados 824 óbitos e 15.305 novas pessoas testadas positivo ao vírus.

De acordo com especialistas, a quantidade real de infectados pode ser até 16 vezes maior do que a divulgada pelo ministério. Os números são subnotificados, uma vez que não há testes suficientes para confirmar a doença.

Ainda sem um titular confirmado para a pasta, ocupa interinamente o lugar de Teich o atual secretário-executivo, general Eduardo Pazuello. Após desencontros com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Teich anunciou a saída do cargo no final da manhã de sexta.

O ex-ministro deixou o cargo devido às divergências entre ele e Bolsonaro quanto o combate da Covid-19. Assim como o antecessor Luiz Henrique Mandetta, Teich não era favorável ao uso da cloroquina no tratamento inicial do coronavírus e ao relaxamento do isolamento social como formas de enfrentar o contágio do vírus.

Os posicionamentos são opostos aos do presidente da República – Bolsonaro defende o isolamento vertical e o medicamento para o tratamento da doença, mesmo sem comprovação científica.


Com informações do Metrópoles

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