Confiança cresce em 22 setores industriais em novembro

Cotidiano

25 de novembro de 2020 12:40

Agência Brasil


Relacionadas

Quatro aeroportos do PR têm editais de leilão publicados

Anvisa aprova uso emergencial de vacina contra covid

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 17 mi na quarta

Estudantes fazem hoje primeira prova do Enem 2020
Anvisa decide hoje se aprova uso de vacinas contra covid
Covid-19: Saúde recruta 2,5 mil profissionais para atuar em Manaus
Manaus transfere 235 pacientes com covid-19 para 7 estados
Os números compõem o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI). Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário. Foto: Reprodução/Miguel Ângelo/CNI
PUBLICIDADE

O ICEI ouviu 2.307 empresas entre 3 e 12 de novembro 

Levantamento divulgado hoje (25) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta crescimento do otimismo em 22 de 30 setores industriais no mês de novembro. Entre os mais confiantes estão os setores de produtos de borracha, com 68,2 pontos em uma escala de zero a 100; produtos de madeira (66,2); metalurgia (66); couros e artefatos de couro (65,7); e máquinas e equipamentos (65,6).

Já os que se mostraram menos confiantes foram os de obras de infraestrutura (54 pontos); produtos farmacoquímicos e farmacêuticos (54,5); móveis (57,5); impressão e reprodução de gravações (57,8); e produtos alimentícios (59,3).

Os números compõem o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI). Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário.

Segundo a CNI, “as maiores altas ocorreram em biocombustíveis, que cresceu 10,1 pontos frente a outubro, couro e artefatos de couro, com elevação de 8,3 pontos no período, e equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, com alta de 4,4 pontos.”

Já as maiores quedas ocorreram nos setores de móveis, que apresentou retração de 5,3 pontos, e de farmacoquímicos e farmacêuticos, que reduziu em 4,4 pontos.

De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, os resultados mostram que os empresários estão confiantes e “tendem a aumentar a produção, as contratações e os investimentos”.

O ICEI ouviu 2.307 empresas entre 3 e 12 de novembro. Dessas, 885 são pequenas, 839 médias e 583 grandes.

PUBLICIDADE

Recomendados