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Professores marcam greve para dia 18 de fevereiro

Cotidiano

24 de janeiro de 2021 08:58

Da Redação


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Professores exigem vacinação em massa antes do retorno presencial às aulas Foto: Divulgação/APP-Sindicato
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APP-Sindicato ataca decreto do governo estadual que autoriza retorno presencial às aulas no próximo dia 18 em meio ao aumento de casos de covid-19

Com o iminente retorno às atividades presenciais nas escolas públicas e privadas do Paraná a partir da assinatura do decreto estadual que autoriza a volta às aulas a partir de 18 de fevereiro, os professores da rede estadual anunciaram uma greve para a mesma data. Aproximadamente 1,1 mil trabalhadores da educação participaram de uma assembleia estadual convocada neste sábado (23) pela APP-Sindicato e aprovaram a greve geral.

De acordo com o Sindicato, educadores são contrários ao modelo híbrido proposto pelo governo Ratinho Junior e afirmam que não houve debate com a categoria. A preocupação da classe é que, com a volta das atividades escolares, alunos, professores e funcionários devem ficar mais expostos ao novo coronavírus antes de serem vacinados contra a covid-19. Além disso, o aumento nos casos e mortes no Paraná é outro ponto destacado pelo Sindicato para definir a paralisação.

Além da defesa da vida daqueles que estão na linha de frente da educação, os participantes debateram e aprovaram a jornada de lutas de 2021 e também a campanha salarial, utilizando mote “Educadores(as) em defesa da vida, da escola pública, do emprego e dos direitos”. Entre os eixos apresentados na campanha estão a defesa da vida, principalmente o direito da vacina para todos e o retorno das aulas presenciais somente com a aplicação da vacina e com as condições sanitárias necessárias.

O segundo eixo aborda a defesa dos empregos, cobrando assim concurso público para professores e funcionários de escola, resolução de distribuição de aulas com todos os direitos mantidos, a revogação da lei que permite a terceirização de funcionários de escola. Já o terceiro eixo visa garantir a defesa de direitos dos servidores e demais trabalhadores.

O quarto e último eixo destaca a defesa de condições humanizadas de trabalho, exigindo a realização da Conferência Estadual de Saúde do Servidor, condições sanitárias das escolas com comissão permanente da comunidade escolar, Fornecimento gratuito de internet e equipamentos para professores e estudantes, além da instituição de um programa de atendimento total de saúde e perícia médica humanizada.

O presidente da APP-Sindicato, Hermes Leão, enfatiza que a categoria deve fortalecer o debate e convidar os colegas de trabalho para fortalecer a luta pela vida e direitos dos trabalhadores da educação do Paraná. “É momento de construir uma greve forte, com a unidade de professores e funcionários para que o governo cesse os ataques à categoria e reabra os canais de diálogo”, afirma o presidente.

Com informações da assessoria de imprensa.

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