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Aliel defende piso salarial e jornada de 30h na enfermagem

Cotidiano

30 de junho de 2021 18:20

Da Redação


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Deputado federal Aliel Machado Bark (PSB). Foto: Divulgação
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Parlamentar voltou a defender os profissionais de Saúde durante reunião da Comissão de Ciência e Tecnologia

O deputado federal Aliel Machado (PSB), presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados defendeu nesta quarta-feira (30) a aprovação do Projeto de Lei que tramita no Senado sobre a jornada de trabalho de 30h e a criação do piso salarial nacional para os profissionais da área da Enfermagem (PL 2564/20). Profissionais se mobilizaram hoje por todo o país pela votação e aprovação do projeto o mais rápido possível.

De acordo com os organizadores da manifestação nacional, o objetivo é “disseminar para a população a importância e a luta da enfermagem para garantir direitos trabalhistas, valorização, respeito e dignidade”.

Para o deputado Aliel, essa é uma luta em favor da sociedade. “Nós já nos posicionamos favoráveis, mas queríamos reforçar nesse momento tão difícil pelo qual passamos a importância de todos os profissionais de saúde, em especial os enfermeiros. Vivemos uma tragédia pandêmica no país, a qual nos revelou ainda mais a importância da valorização desses profissionais”, defendeu o deputado. Ainda de acordo com ele, é preciso sair do discurso e colocar em prática a votação do projeto.

Dados divulgados pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) apontam que pelo menos 57.355 profissionais da área já foram contaminados pela covid-19 no país. O levantamento do Observatório da Enfermagem revela ainda que 817 profissionais da área morreram em decorrência da pandemia. Somente no Paraná, foram 1.080 casos e 45 óbitos.

“Eles estão na linha de frente no combate à covid-19 e muitos deles não tem sequer proteção previdenciária por serem trabalhadores terceirizados”, afirma Aliel. O deputado chegou a apresentar no ano passado um projeto de lei para que esses profissionais tivessem auxílio em caso de afastamento por suspeita ou confirmação de contaminação por covid durante o período de calamidade. De acordo com ele, muitos trabalham como autônomos ou em pequenos grupos, no sistema de terceirização em unidades de saúde públicas ou privadas (pejotizados), e que precisam se afastar do trabalho por algum motivo relacionado à pandemia sem, contudo, fazer jus a qualquer tipo de proteção social ou previdenciária.

Informações: Assessoria de Imprensa.


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