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Mulher fica viciada em comer cinzas de marido morto

Cotidiano

22 de outubro de 2021 14:31

Da Redação


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Ela afirma que as cinzas tem gosto de ovo podre, mas não consegue parar de comer os restos mortais do ex-marido Foto: Divulgação
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Ela afirma que as cinzas tem gosto de ovo podre, mas não consegue parar de comer os restos mortais do ex-marido


Uma norte-americana passou a ter um hábito um tanto quanto estranho após ficar viúva. Casie, morada do Tenessee, começou comer as cinzas do ex-marido, falecido em 2011, apenas dois anos após o casamento dos dois.

No programa My Strange Addiction, do TLC, ela revelou que os dois eram inseparáveis antes dele morrer, e que após a morte do marido passou a carregar suas cinzas para onde ia, como uma forma de conforto.

O hábito de comer as cinzas de seu grande amor começou depois de um acidente. Certo dia, a mulher deixou algumas cinzas de Sean caírem, e ela não queria jogá-las fora. “Eu não queria enxugá-lo, esse é meu marido, eu não queria enxugá-lo, então apenas o lambi de meus dedos”, revelou.

Desde então, Casie passou a comer as cinzas do ex-marido ao menos cinco vezes por dia. “Começou como não querer me livrar dele e progrediu para comê-lo”. Ela revelou que as cinzas possuem gosto de ovo podre, areia e lixa, mas ainda assim não consegue largar o hábito. Isso se tornou um sentimento conflitante para ela, com uma mistura de nojo pelo hábito e da dor pela perda do marido. “Isso me deixa envergonhada, envergonhada, revoltada comigo mesma, confusa, louca. Você tem que ser uma pessoa muito doente para comer as cinzas de alguém”, disse.

Originalmente, as cinzas de seu marido pesavam cerca de três quilos. Contudo, quando o documentário foi ao ar, a mulher já havia comido cerca de meio quilo dos restos mortais.

Casie foi internada em um hospital psiquiátrico para ajudar a entender e aceitar a morte do marido, além de aprender a lidar com o que se tornou um vício. “Tenho que parar de comê-lo, já o perdi uma vez, desta vez será minha culpa perdê-lo de novo”, lamentou a mulher.


As informações são do Metrópoles

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