PLATAFORMAS


EDITORIAS


SEÇÕES


PROJETOS


INSTITUCIONAL

Grupo que sonegou R$ 12,5 milhões é alvo de operação

Cotidiano

11 de janeiro de 2022 09:30

Da Redação


Relacionadas

Projeto da Alep revoga cessão das rodovias do PR à União

Santas Casas fazem protesto na Esplanada dos Ministérios

Boca Aberta anuncia pré-candidatura ao Governo do PR

Vídeo mostra execução de policiais em Fortaleza
Morte de animais com mordidas no pescoço intriga moradores
Ministro quer acordo para suspender reajuste da luz
Homem é encontrado morto e PM suspeita de hipotermia
Foto: reprodução
PUBLICIDADE

Os criminosos agiam abrindo empresas em nomes de laranjas. Na medida em que os débitos tributários eram cobrados pela Receita Estadual, outras empresas eram abertas gerando um ciclo de abertura e fechamento de firmas para burlar o pagamento de impostos. 

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (11) para cumprir 46 ordens judiciais contra um grupo criminoso envolvido em esquema de sonegação impostos estaduais. Estima-se que o prejuízo gerado aos cofres públicos seja de R$ 12,5 milhões.  

São oito mandados de prisão, 19 de busca e apreensão, 18 de sequestro de veículos e um arresto de imóvel. A ação acontece em Maringá, na região Noroeste do Estado. 

Os criminosos agiam abrindo empresas em nomes de laranjas. Na medida em que os débitos tributários eram cobrados pela Receita Estadual, outras empresas eram abertas gerando um ciclo de abertura e fechamento de firmas para burlar o pagamento de impostos. 

As investigações tiveram início há oito meses. Durante as diligências, a PCPR descobriu que o grupo criminoso atuava com o esquema de sonegação de impostos há mais de oito anos, causando prejuízo milionário aos cofres públicos.  

A associação criminosa ainda é investigada pela prática de estelionatos contra instituição financeira. Os criminosos conseguiam liberações de créditos, que eram utilizados posteriormente para a aquisição de bens, sem que fosse feito o pagamento dos valores acordados em contrato. 

Os investigados podem ser indiciados pelos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, crimes contra a ordem tributária, estelionato e lavagem de dinheiro.

Da Agência Estadual de Notícias. 


PUBLICIDADE

Recomendados