PLATAFORMAS


EDITORIAS


SEÇÕES


PROJETOS


INSTITUCIONAL

Justiça nega prisão de Bonner por 'incentivar vacinação'

Cotidiano

17 de janeiro de 2022 09:27

Da Redação


Relacionadas

PR registra mais 24.937 casos e 15 mortes pela covid

Paraná precisa qualificar 833 mil pessoas para indústria até 2025

PR solicita liberação da 4ª dose para pessoas com menos de 60

Com novos copilotos e avião apreendido, PCPR se fortalece
Paraná solicita a 4ª dose para pessoas com menos de 60 anos
Filipe Barros pede esclarecimentos à Bolívia
Agentes da PRF ficam feridos após perseguição no PR
Foto: reprodução/Globo
PUBLICIDADE

Na ação, o jornalista é acusado de participar de uma suposta organização criminosa para falar sobre os impactos positivos da vacina no combate à pandemia.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios rejeitou uma ação que pedia a prisão do jornalista William Bonner, da TV Globo, por incentivar a vacinação contra a COVID-19 em crianças e adolescentes. A decisão foi divulgada neste domingo (16/1).

Na ação, o jornalista é acusado de participar de uma suposta organização criminosa para falar sobre os impactos positivos do imunizante no combate à pandemia.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, o pedido de prisão foi feito pelo bolsonarista e ex-candidato a deputado distrital pelo PSol, Wilson Issao Koressawa. Ele acusa o apresentador do Jornal Nacional de cometer os crimes de indução de pessoas ao suicídio, de causar epidemia e de "envenenar água potável, de uso comum ou particular, ou substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo".

Em sua decisão, a juíza Gláucia Falsarella Pereira Foley classificou o pedido de prisão de Bonner de "delírios negacionistas".

"O poder Judiciário não pode afagar delírios negacionistas, reproduzidos pela conivência ativa – quando não incendiados – por parte das instituições, sejam elas públicas ou não", diz Foley em trecho da decisão.

A magistrada destacou ainda o exercício da liberdade de imprensa e o direito destes profissionais de proferir críticas.

Leia na íntegra no Estado de Minas. 

PUBLICIDADE

Recomendados