PLATAFORMAS


EDITORIAS


SEÇÕES


PROJETOS


INSTITUCIONAL

PDT lança Ciro Gomes como pré-candidato à presidência

Cotidiano

21 de janeiro de 2022 16:28

Rodolpho Bowens


Relacionadas

Portos do PR devem receber aportes de cerca de R$ 2,3 bi

Secovi Paraná empossa a diretoria da gestão 2022/2026

Aéreas podem retomar serviço de bordo a partir deste domingo

Bolão do PR acerta a quina da Mega-Sena e leva R$ 220 mil
Chega ao fim estado de emergência em saúde pela covid
Missão uruguaia prospecta investimentos no Paraná
Ratinho Jr. participa da ‘Marcha para Jesus’ com Bolsonaro
Ciro Gomes deve ser um dos candidatos ao Palácio do Planalto nas eleições deste ano. Foto: José Cruz/Agência Brasil.
PUBLICIDADE

Esta será a quarta tentativa do pedetista de chegar à presidência da República

O Partido Democrático Trabalhista oficializa (PDT), nesta sexta-feira (21), em Brasília, a pré-candidatura do ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes ao Palácio do Planalto. Esta será a quarta tentativa do pedetista de chegar à presidência da República.

Nos bastidores, aliados afirmam que o evento tem como objetivo oficializar a entrada de Ciro na disputa eleitoral e afastar qualquer rumor de retirada da pré-candidatura do partido.

O nome do ex-governador, no entanto, não é consenso entre os partidários. Uma parte dos políticos acredita que a sigla deve se resguardar de indicar uma pessoa à presidência e destinar o fundo eleitoral para a campanha de deputados federais. Além de defenderem o estudo de uma federação partidária com legendas da esquerda.

A campanha de Ciro Gomes deve ter como slogan a frase “rebeldia da esperança”. De acordo com o dirigente Carlos Lupi, "a gente quer consolidar o voto dessa juventude rebelde contra o sistema, a ignorância, o negacionismo e todo tipo de discriminação”, disse.

O slogan é fruto do ex-marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Santana, e tenta apagar a fama de destemperado de Ciro adquirida em disputas anteriores.

O candidato que concorreu em 1998, 2002 e 2018, tenta se consolidar como terceira via e ganhar o apoio daqueles que não votariam para a reeleição do atual presidente, Jair Messias Bolsonaro (PL), e nem na volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com informações: Congresso em Foco.

PUBLICIDADE

Recomendados