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Empresário morre após esposa militar atirar contra ele

Cotidiano

27 de janeiro de 2022 11:27

Da Redação


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Bruno Piva Júnior, de 52 anos, e a esposa, suspeita do crime. Foto: Reprodução/Facebook
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Mulher inicialmente negou o crime e alegou que residência foi assaltada

Morreu na última terça-feira (25), após passar mais de 50 dias internado, depois de ser baleado pela esposa, de 41, que é tenente-dentista do Exército, o empresário Bruno Piva Júnior, de 52 anos. O crime ocorreu em Praia Grande, no litoral de São Paulo e, a princípio, a mulher tentou convencer os policiais que foram atender a ocorrência que o disparo havia sido feito por um ladrão em uma tentativa de assalto. As informações são do g1.

O crime aconteceu no início de dezembro de 2021 e a tenente chegou a ser presa em flagrante após balear o marido, durante uma discussão na residência do casal.

À época, os policiais estavam em patrulhamento quando receberam a informação de que havia um homem ferido por disparo de arma de fogo no tórax. Ele estava na esquina das ruas General Leitão de Carvalho e Marechal Eurico Gaspar Dutra, no bairro Boqueirão.

Na data do crime, testemunhas disseram aos policiais militares que o disparo foi feito pela esposa da vítima. Ao ser questionada, a mulher, a princípio, disse aos policiais que houve uma tentativa de roubo e que não tinha arma. Segundo ela, o autor do disparo teria fugido da residência.

No entanto, durante buscas na casa dela, a polícia encontrou uma pistola debaixo de um veículo estacionado na garagem. Confrontada, a acusada admitiu o crime e informou que o seu companheiro possuía uma arma longa e munição em casa. Os policiais fizeram novas buscas na residência e conseguiram encontrar uma espingarda calibre 12 e 32 munições de calibres diversos.

Vizinhos levaram o homem até o Hospital Irmã Dulce para ser socorrido. Lá, ele passou por cirurgia de emergência e permaneceu internado até a manhã desta terça-feira (25), data em que morreu.

A polícia ainda apura o caso, que com a morte do empresário, a tenente agora será indiciada por homicídio e não mais pela tentativa, como registrado anteriormente. O exército informou que, por não se tratar de um crime militar, o caso está tramitando na Justiça Comum.

Com informações: Yahoo!Notícias.

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