Ponta-grossense recorda história colorindo fotografias

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11 de janeiro de 2020 09:25

Da Redação


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Iniciativa de Luiz Carlos Kloster foi batizada de ‘Colorizando Nossa História’

Na família Kloster o amor pela fotografia é passado de geração em geração. Atualmente, é Luiz Carlos Kloster, de 59 anos, quem mais investe tempo ao ‘hobby’ da família. O avô, senhor Willy, era fotógrafo e coloria fotografias manualmente com anilina – décadas depois, o neto decidiu colorir também o acervo em preto e branco que a família mantém preservado. 

Na coleção de Kloster há centenas de fotos datadas a partir dos anos 70, mas nem todas podem ser coloridas. Por isso, antes de começar o trabalho é feita uma criteriosa avaliação e retoques, quando necessário. No processo, Luiz utiliza diferentes programas de inteligência artificial que auxiliam na colorização, além de ferramentas mais tradicionais como Photoshop, Corel e Photoscape. Em cerca de 20 minutos, as fotos em preto e branco ganham cor e mais alegria. “Sempre achei que as fotos preto e branco, coloridas ganham mais vida”, explica Kloster.

Até o momento Luiz já deu cor a cerca de 90 fotos da família e também de cidades da região, cada uma com um significado especial para ele e para a família. “Colorir fotos de família sempre são mais emocionantes, tanto as fotos da minha família como também dos outros. A reação é sensacional. Os relatos nas histórias antigas afloram, aumentam, emocionam mesmo”, conta.

Mesmo sem muita divulgação das fotos – apenas em seu perfil no Facebook e nos blogs, elas têm feito bastante sucesso e Luiz já anda recebendo alguns pedidos de amigos. No entanto, para ele, que trabalha como técnico em informática, colorir as fotos é só um hobby. “Comentaram sobre a possibilidade de fazer uma exposição com algumas delas. Ainda não estou satisfeito com os resultados. Preciso aprimorar minha técnica de colorização”, comenta.  Seu objetivo no momento é aumentar o acervo que conta um pouco da história dos ‘Klosters’ e documenta o cotidiano da cidade.

“Na família tenho meu avô fotografo, meu irmão e até minha filha – estudante de jornalismo -que gostam muito de fotografia. Sendo assim, fotografia aqui sempre chamou a atenção e faz parte dos encontros e reuniões de família. Eles gostam muito”, conta.

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