Professora do Cescage apresentará trabalho em Congresso

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07 de julho de 2020 16:50

Da Redação


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Prof. Dra. Érika Zanoni Fagundes Cunha estará apresentando a sua Tese de Doutorado nos Estados Unidos. Foto: Divulgação
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O evento, que neste ano será realizado virtualmente de 28 a 31 de julho, está entre as reuniões científicas mais respeitadas na comunidade do comportamento animal do mundo

A Prof. Dra. Érika Zanoni Fagundes Cunha, Coordenadora do Mascotes da Alegria e Diretora de Relações Institucionais das Faculdades Cescage, estará apresentando a sua Tese de Doutorado na 57ª Conferência Anual da Animal Behavior Society, em Illinois, Estados Unidos. O evento, que neste ano será realizado virtualmente de 28 a 31 de julho, está entre as reuniões científicas mais respeitadas na comunidade do comportamento animal do mundo. A apresentação oral abordará o tema "Neurobiologia das Emoções de Macacos-Prego (Sapajus nigritus) de Cativeiro”. 

A pesquisa, orientada pelo Prof. Dr. Nei Morreira, trouxe um experimento com marcadores biológicos e risco de cardiopatias desenvolvido utilizando macacos-prego adultos, sendo três fêmeas e oito machos, com idade variando de dois a oito anos. O trabalho foi feito em parceria com o Parque Ecológico Klabin, na cidade de Telêmaco Borba-PR.

“Nos últimos anos, os zoólogos intensificaram os esforços para desenvolver ferramentas para avaliar a qualidade de vida dos animais que vivem em restrição de liberdade. Avanços feitos por cientistas em neurobiologia do estresse levaram ao surgimento de uma nova perspectiva sobre as necessidades psicológicas dos animais”, revelou a pesquisadora.

Diversas escalas são utilizadas para avaliação de qualidade de vida na medicina e psicologia humana, porém na prática diária não se observa sua utilização em zoologia. O estudo avaliou o estresse e a qualidade de vida de macacos-prego através de testes de comportamento, marcadores biológicos de estresse, eletrocardiograma e testes cognitivos

“Esses resultados podem ajudar no desenvolvimento de ferramentas de avaliação da qualidade de vida para se identificar sinais de estresse em primatas não humanos que vivem em cativeiro. Os resultados também sugerem que os questionários de qualidade de vida baseados na avaliação da saúde mental são úteis, confiáveis e válidos para avaliar o bem-estar desta espécie de primata”, finalizou.

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