Crônica: ‘Viajando pelos Campos Gerais – minha rota’

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29 de julho de 2020 12:13

Da Redação


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Antonio Marques de Castro é Agente administrativo na Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba (PR), que desde 2015 atua na Seção de Contratos da SMAS (Secretaria Municipal de Assistência Social). Foto: Divulgação
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Texto de autoria de Antonio Marques de Castro, Agente Administrativo da Prefeitura de Telêmaco Borba


Levantei cedinho, peguei as malas, que depois de dois dias ficaram prontas,

e dei partida. Parti com minha tropa de 150 cavalos. Lembrei de meu falecido avô

materno – que fora tropeiro. Não sem antes tomar aquele maravilhoso café expresso

do “Jerusalém” (Jesus amém)! Onde abasteço “minha tropa” – esse é o ato primeiro.


Logo na saída da minha cidade, na localidade Triângulo (que não é o

mineiro), uma placa anunciando a famosa rota. Saio de Monte Alegre e parto em

direção às terras do Tibagi; estrada sinuosa em que não dá pra andar muito ligeiro.

Devagar também se vai ao longe – muita calma, companheiro.


Numa das melhores cidadezinhas do interior do Brasil, para almoçar,

recomendo “O Tropeiro”. Se for sábado à tarde, não dá para perder o café colonial do

Cristal – ambiente hospitaleiro.


Pego a saída para o Guartelá, “aguar-te-lá” onde se encontra o canyon do

Rio Iapó – um dos mais belos sítios arqueológicos brasileiros. Aberto a visitação de

janeiro a janeiro.


Continuo firme na minha direção, passando pela “Aparição” – lembro dos

causos antigos de visagem. Sigo firme rumo à cidade mãe do Paraná – levo Castro no

nome o tempo inteiro. Aproveito para visitar o museu, que conta um pouquinho da

história desses “velhos guerreiros”.


Lembro então, que o maior museu a céu aberto do Brasil fica em Carambeí.

“Caramba” é logo ali, façamos um “paradeiro”. Sem esquecer que aquela torta

holandesa é uma beleza. Quando enxergo o “Moinho”, logo à beira do caminho, me

rendo ao descaminho e me curvo ao mestre confeiteiro.


Viajar pelos Campos Gerais é bom demais. Desse ponto em diante já se

avista a “Princesa dos Campos”, onde irei repousar no “capão de Ponta Grossa” – meu

novo paradeiro.


Texto escrito no âmbito do projeto Crônicas dos Campos Gerais da Academia de

Letras dos Campos Gerais.

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