Escritora e arquiteto desenvolvem projeto de Memorial para Corina Portugal

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12 de setembro de 2020 07:00

Da Redação


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Dione Navarro e Roberto Pietrobelli Chistensen organizam a possibilidade de criar um espaço para os devotos de Corina Portugal possam fazer suas homenagens

A escritora Dione Navarro juntamente com o arquiteto Roberto Pietrobelli Chistensen, estão idealizando a construção de um memorial para Corina Portugal. Tudo começou com a escritora, que fez uma obra relatando a vida de Corina. Dione ficou encantada com a história da mulher, e seu livro foi parar no Vaticano. A ideia é valorizar e homenagear Corina Portugal que é considerada uma santa para milhares de pessoas.

Corina Portugal foi uma figura que marcou as calçadas de Ponta Grossa. Pela sua história e pela devoção que inspira ao povo ponta-grossense. A escritora Dione Navarro num trabalho de pesquisa durante 3 anos conversou com devotos no Cemitério Municipal São José registrando quase uma centena de graças atendidas, que deu origem a um livro de 200 páginas intitulado " Corina Portugal: súplicas e respostas" praticamente esgotado no seu lançamento. Uma devota que visitou a Europa entregou ao Papa Francisco um exemplar do livro , e o pontífice nos meados de 2019 escreve uma carta a autora sensibilizado pela história dessa personagem.  Na sequência, movimentos religiosos começaram a acontecer com um propósito inicial de sua possível beatificação.

A autora Dione Navarro já tem um segundo livro pronto e juntamente com o arquiteto Roberto Pietrobelli Chistensen protocolaram no dia 24/08 na Prefeitura Municipal de Ponta Grossa um projeto para a implantação de um Memorial a Corina Portugal em área de fácil fluxo a visitantes e devotos. Segundo o arquiteto Roberto Pietrobelli Cristensen, cada detalhe foi elaborado tentando contemplar a sua história de vida. Onde, o projeto destina-se à criação de um espaço de contemplação e devoção aos que se socorrem com a " Santinha dos Campos Gerais" em suas adversidades.

Formas geométricas e contemporâneas elevam- se do solo onde os degraus da escada simbolizam os obstáculos que Corina viveu no decorrer de sua curta vida com a violência doméstica quando foi cruelmente assassinada por seu marido. No final do caminho foi proposto uma representação do perfil de Corina em chapa metálica vazada, representando o vazio que ela deixou na vida dos ponta-grossenses.

O paisagismo complementa a proposta do Memorial onde 32 arbustos lembram 32 golpes sofridos por ela. Uma cobertura em concreto se projeta cobrindo e emoldurando o Memorial totalmente vazada com palavras de fé, que se refletem no piso quando o sol passa por ela.

Segundo os autores do projeto Dione e Roberto, o Memorial encontra- se em análise pela equipe competente da Prefeitura já tendo sido  bastante apreciado pela vice prefeita Elizabeth Schmidt,  políticos que tomaram ciência do mesmo e principalmente por seus devotos que aguardam ansiosamente a sua possível construção.

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