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Coluna Estilo e Moda por Silvana Hass desta semana (12/06)

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12 de junho de 2021 05:30

Da Redação


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Coluna Estilo e Moda por Silvana Hass desta semana (12/06) Foto: Divulgação
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Moda e sua influência nos reflexos conscientes e inconscientes para a estação

O vestuário possui inúmeras transformações ao longo da história, todavia, a discussão existente entre antropólogos e historiadores sobre os motivos pelos quais o homem cobre seu corpo, ultrapassam as fronteiras do clima.

Em determinado contexto da história do ocidente, as pessoas deram cada vez mais importância às roupas, até que o fato de se vestir foi combinado à representação de símbolos sociais como poder, status, diferenciação e identidade, formando este fenômeno conhecido mundialmente como moda.

 E as tendências como elas surgem e mudam a cada temporada? Essa é uma pergunta constante que recebo. Partindo do contexto da transição da história do vestuário para a história da moda, levando em conta que são dois pilares que se associam, mas que são elementos heterogêneos (natureza desigual) é a partir destes elementos de “cobrir “o corpo, depois o sentido de usar as roupas como fator de diferenciação o ponto de início de uma tendência. Os aspectos que regem estes ciclos têm como base mundiais: estudos históricos, culturais, econômicos, opiniões de profissionais de moda, tecnologia, pesquisas de comportamento e como a moda antiga se relaciona com a contemporaneidade e como estas serão abordadas com novas releituras.

Já se sabe que parte de nossa identidade, apresenta diferentes visões, constantes mudanças de gostos e comportamentos dentro da cultura de massa e dos grupos de estilos urbanos. O termo generalizou-se com um sentido coloquial na sociedade contemporânea, com base nas neste conceito de: ideias, movimento, mudança, representação de futuro e evolução. Paralelamente, a indústria usufrui e os criadores desenvolvem coleções para esta necessidade do desejo das mudanças para o lançamento das novas tendências.

Tratam-se das coleções criadas para as estações primavera/verão, outono/inverno, alto verão e alto inverno, geralmente produzidas com antecedência de três a dois anos ou coleções cápsulas de cada seis meses. Para finalizar é quando os criadores apresentam em desfiles suas ideias que se complementam com o anseio do seu público. No entanto é importante citar que “a criação” que tenha maior aceitação do público é a que se torna referência de tendência para aquela estação.

Vamos as tendências? Historicamente a manga bufante ganhou espaço no mundo da moda a partir do século XIX. As peças com mangas bufantes carregam referências vitorianas e dos anos de 1980. Nesta década o estilo de manga bufante ficou marcada principalmente com o vestido de casamento de Diana Spencer com o Príncipe Charles, o espírito do tempo da contemporaneidade, do exagero e da extravagancia da década estava na peça da realeza que continha dez mil pérolas, babados, lantejoulas e mangas bufantes volumosas que marcavam a linha dos ombros.

As peças atuais para a estação s assumem estas mesmas características exageradas, com muito volume nas mangas. Agora o que explica o retorno por mangas bufantes talvez seja os tempos atuais de um tempo em que as incertezas econômicas e o medo com a pandemia rodeiam o mundo, usar uma modelagem que lembra o inusitado onde tudo era possível e permitido. Este olhar lúdico seja a resposta para expressar o momento de esperanças. Sugestão, use casacos longos em lã com bufantes neste inverno, eles conferem uma produção de sofisticação ao look. 

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