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Moda 2022: Conexão entre os tempos que vivemos ao mundo da moda

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31 de julho de 2021 09:00

Da Redação


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Coluna Estilo e Moda por Silvana Hass desta semana (31/07) Foto: Da Redação
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Coluna Estilo e Moda por Silvana Hass desta semana (31/07)

Guerras, catástrofes naturais ou pandemias não são iguais, mas os efeitos geraram impactos, que são reconhecidos como causas profundas ou estruturais de forma globalizada, acompanham momentos de incertezas como a que vivemos hoje. A Primeira Guerra Mundial ficou marcada por uma grande revolução em diferentes aspectos. 

A gripe espanhola tomou proporções de pandemia. Com essas mudanças acontecendo, considerando a diversidade social, cultural, e econômica, a moda é um indexador dos acontecimentos, ou seja, um   reflexo das transformações, e se altera conforme os fatos históricos. Neste contexto sendo o um deles o vestuário, com a primeira Guerra que levou os homens para os campos de batalha, também levaram as mulheres a trabalhar para sobreviver e, assim, o adeus ao espartilho, os trajes tiveram que se adaptar a esta nova realidade feminina. O tempo passa, a guerra termina e a Gripe Espanhola é controlada a moda se recria com os reflexos deste tempo e segue para o futuro trazendo como resultado linhas simples, o jérsei, o elástico e com eles as criações de Gabrielle Bonheur Chanel, popularmente conhecida como Coco Chanel, que apresentou ao mundo os tailleus unindo simplicidade e elegância. 

A Segunda Guerra, atingiu diretamente a Europa e ateliês e fábricas da indústria têxtil fecharam as portas

Com escassez de matéria prima foi imposto controle na compra de tecidos pois grande parte eram destinados para a fabricação de artefatos para a guerra e a moda sofre mais uma vez este impacto social e econômico e precisa se reinventar. Como ferramenta de comunicação e do impacto que teve novas mudanças no vestuário feminino, com os sapatos mais pesados, calças e os vestidos com abotoamento frontal e a entrada definitiva das mulheres no mercado de trabalho.   

Após meses se vestindo de forma mais masculinizada é já com fim da Segunda Guerra, em 1947 Christian Dior desenhou um modelo que mudou a história da moda o “new look” com saias rodadas, cintura demarcada, valorizando as curvas do corpo da mulher. O estilo de Dior, marca os anos dourados de 1950. 

Sendo assim, as circunstâncias e rever a história, trazem mudanças em muitos períodos da história. Atualmente já estávamos passando por transformações culturais   com taxas elevadas de ações sustentáveis, que foi acelerada pelo advento da pandemia.  A moda precisa colocar em prática o seu verdadeiro sentido e buscar alternativas para remodelar essa transformação. Embora a extensão dos danos permaneça incerta, seja em qualquer tempo.  

A moda tem um papel crucial neste novo tempo, e já se prepara para 2022 com um mercado mais cauteloso onde as incertezas já fazem parte da nova realidade, no entanto a raiz de tudo está em pesquisas que   já apontam resultados onde segundo dados e informações as pessoas buscam para cobrir seu corpo muito mais do que uma peça de roupa o que impera é o bem estar.  A próxima estação traz esta proposta que deverá ser bem aceita, em um aspecto multissensorial.  As coleções chegam inspiradas pelo toque, cheiro e satisfação visual, com cores terapêuticas e purificantes, são elas:  Orchid Flower e Atlantic Blue a primeira é um de tom rosa vibrante “magenta saturado” cor   das delicadas orquídeas que trazem emoções e sensações diferentes para nosso emocional. 

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