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Lançamento de narradoras femininas exige atenção

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01 de setembro de 2021 10:00

Da Redação


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A abertura de espaço para narradoras no futebol necessita de atenção e cuidados. Foto: Divulgação/Instagram
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A abertura de espaço para narradoras no futebol necessita de atenção e cuidados

A iniciativa de trazer também mulheres para a narração de futebol partiu do Luciano do Valle, em seus áureos tempos na Bandeirantes, lançando, por exemplo, Luciana Mariano. Em 1997, muito jovem, 21 anos, ela foi designada para fazer um Rio-São Paulo feminino.

E, de lá até agora, soube construir a sua carreira. Luciana, hoje, é contratada dos canais Disney. Assim como, com o decorrer dos tempos, espaços importantes passaram a ser bem utilizados por várias apresentadoras e repórteres esportivas. No meio, sem dúvida, uma enorme conquista.

Mas só depois de longo intervalo, a oportunidade para o surgimento de novas narradoras voltou a ser oferecida pelo Fox Sports, na Copa da Rússia, em 2018, com as descobertas de Renata Silveira – hoje no SporTV, Isabelly Morais – Band, assim como Natália Lara também no Grupo Globo. Além de outras.  

Todas com qualidade e estilos próprios, futuro dos mais promissores, mas ainda merecedoras de orientação, amparo e direção de narração, como os homens sempre tiveram. Isso, verifica-se, está faltando um pouco, o que é de se lamentar.

Necessidade

Assim como em outros ramos de atividade, a presença da mulher no campo esportivo significa muito mais que um rompimento de barreiras. Mas a atenção, cuidados e melhor formação são absolutamente indispensáveis. 

Melhor estreia

Ainda com relação ao assunto acima colocado, foi das melhores a estreia da Lívia Nepomuceno, domingo, ao lado do Milton Neves, no “Terceiro Tempo” da Band.Chegou humildezinha, querendo saber como tudo funcionava e rapidamente tomou conta. Difícil perder a posição.

Trecho da coluna "TV Canal 1" de Flávio Ricco, integrante das edições diárias do Jornal da Manhã.

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