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Câmara aprova renegociação de dívida com a Copel

Ponta Grossa

03 de abril de 2017 16:14

Afonso Verner


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Votação causou polêmica no Legislativo Municipal Foto: Imagem: Cristiano Barbosa
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Projeto do Executivo prevê renegociação de dívida durante os próximos cinco anos. Iniciativa gerou polêmica, mas acabou aprovado pelo Legislativo

Os vereadores de Ponta Grossa retomaram na sessão desta segunda-feira (3) o debate sobre a dívida da Prefeitura Municipal com a Companhia Paranaense de Energia (Copel). O valor inicial da dívida é de R$ 5,7 milhões, mas com a renegociação para o pagamento em 60 parcelas o débito chega na casa dos R$ 8,8 milhões. Os valores de juros e mora geraram ampla polêmica na Casa de Leis.

A medida foi retirada de pauta após um pedido de vistas do vereador Pietro Arnaud (REDE). O parlamentar defendeu que seria necessário mais tempo para discutir a medida. George de Oliveira (PMN) tentar articular votos nos bastidores para derrubar o projeto – o parlamentar argumento que o débito deveria ser pago à vista e que o valor gasto com juros deveria ser investido em outras áreas.

O débito entre a Prefeitura e a Copel foi originado do não pagamento das contas de energia elétrica entre os meses de março de 2016 e janeiro de 2017. Nos bastidores os vereadores da base argumentam que se não aprovarem o projeto de renegociação da dívida pode provocar o corte do fornecimento de energia elétrica em prédios públicos municipais, como escolas e hospitais. Na tribuna, o vereador Geraldo Stocco (REDE) apresentou um entendimento do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) em que o Poder Judiciário não permitia que a distribuidora de energia cortasse o fornecimento em escolas e hospitais, por exemplo.

Por parte da base do Governo, o vereador Rudolf ‘Polaco’ (PPS) saiu em defesa da administração Rangel. “A administração do prefeito Marcelo Rangel sempre pagou dívidas das gestões do Wosgrau [PSDB], não que eu acho isso certo, mas precisamos informar a sociedade sobre isso”, disse o parlamentar na tribuna.

Votação

O projeto polêmico foi aprovado com 13 votos favoráveis e outros sete contrários – dois parlamentares ainda se abstiveram de votar a matéria. 

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