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Prédio restaurado terá inauguração no próximo mês

Ponta Grossa

15 de setembro de 2017 09:04

Silvia Ajuz


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Foto: Da Redação
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A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) anunciou a inauguração do prédio restaurado do Museu Campos Gerais, na área central do município. O evento vai ocorrer no dia 5 de outubro. Em seu acervo está a história de Ponta Grossa e região. O antigo prédio do Fórum passou a abrigar o museu em 1983, mas precisou ser transferido do local em 2003 por não estar em boas condições. Atualmente, o museu funciona em um espaço cedido à UEPG.

Na data também irá ocorrer a cerimônia pelos 20 anos da Editora UEPG e o lançamento da terceira edição do livro “Anarquismo experimental de Giovanni Rossi” (Cândido de Mello Neto). 

Com abertura da programação e atividade cultural, às 19 horas, o evento registra, às 19h30, o enfoque nos 20 anos da Editora UEPG; pronunciamento do reitor Carlos Luciano Sant’Ana Vargas; e homenagem a Leide Mara Schmidt, professora aposentada da UEPG que, entre outros importantes cargos, foi vice-reitora/gestão Roberto Frederico Mehry (1994-1998/1998-2002) e a primeira diretora do Nutead (Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta a Distância) da instituição.

O tema “Museu Campos Gerais – importância do acervo e do prédio restaurado” (20 horas) será apresentado pelos professores doutores – Paulo de Mello, diretor do Museu; e Marilisa do Rocio Oliveira, pró-reitor de Extensão e Assuntos Culturais. Para as 20h30, o evento marca ao registro da biografia do autor Cândido de Mello Netto por Elizabeth Johansen, professora do Departamento de História da UEPG; e após (20h45) o lançamento da terceira edição da obra “O Anarquismo Experimental de Giovanni Rossi”; com encerramento da programação às 21h15. 

Acervo tem mais de dez mil peças

O projeto para restauro do prédio foi autorizado pelo Ministério da Cultura em 2010. O local é tombado como Patrimônio Cultural do Paraná, em 1990. As obras começaram em 2012 com a recuperação do telhado, restauro do teto do antigo salão do júri e a vedação das rachaduras. Na segunda fase foi recuperada a fachada do museu – com a troca das madeiras e vidros das janelas, além da pintura. O acervo abriga dez mil peças, distribuídas em exposições permanentes e temporárias, além de jornais, revistas, fotos e livros.

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