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Vinicius Camargo vai relatar processo contra Passos

Ponta Grossa

18 de outubro de 2017 17:25

Stiven de Souza


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Vereador Vinicius Camargo (PRB) será responsável por dar andamento a processo contra Felipe Passos (PSDB) e assessor por viagem ao exterior Foto: Foto: Arquivo aRede
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O vereador Vinicius Camargo (PMB) vai relatar o processo que investiga uma viagem de Felipe Passos (PSDB) e o assessor parlamentar Saymon Azevedo ao Vaticano. Camargo foi definido como relator da denúncia em reunião da Corregedoria da Câmara Municipal, na tarde desta quarta-feira (18). 

Camargo terá 10 dias para verificar se houve desvio de função do cargo de assessor de Saymon, que teria ficado mais de dez dias em viagem ao exterior sem ter nenhum desconto no salário. Saymon acompanhou Passos em uma viagem à Europa no mês de setembro. Caso o relator entenda que houve desvio de função, ele deverá indicar qual penalidade será aplicada aos dois investigados e encaminhar o relatório para votação no plenário da Câmara. 

Conforme prevê o regimento interno da Câmara, as penalidades podem variar de uma simples advertência oral ou escrita, suspensão de atividades regimentais, suspensão do mandato ou, nos casos mais graves, cassação do mandato. 

A Corregedoria também notificou, na tarde desta quarta-feira, o vereador Felipe Passos sobre o processo. A investigação foi aberta após denúncia protocolada pelos vereador Rudolf Polaco (PPS) e Geraldo Stocco (Rede), nesta terça-feira (17). Eles questionam a ausência do assessor nos trabalhos da Câmara durante o período passado na Europa ao lado de Passos, já que o assessor teria recebido o salário integral no mês em que fez a viagem. 

Defesa

Na manhã desta quarta-feira, o advogado do vereador Felipe Passos (PSDB), Fernando Madureira, rebateu as acusações dos vereadores Rudolf Polaco (PPS) e Geraldo Stocco (Rede). Madureira afirmou que Passos já fez o pedido do desconto salarial, ainda na semana passada. “O fato já está esclarecido, e a denúncia não deve ter seguimento”, informou. 

Madureira disse, ainda, que o vereador fez a viagem com fins religiosos, arcou com todas as despesas e teve os 11 dias de salário descontado da Câmara. Com relação ao seu assessor, os dias seriam compensados nas férias, mas mesmo assim, o vereador preferiu protocolar um pedido de desconto no salário. Ainda conforme o advogado, o pedido foi protocolado no dia 11 de outubro, antes mesmo da denúncia que ocorreu no dia 17 de outubro.

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