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Dívida com Sanepar e doação de terrenos geram polêmica na Câmara

Ponta Grossa

27 de fevereiro de 2018 21:32

Afonso Verner


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Foto: Imagem: Kauter Prado / CMPG
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A Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG) adiou o debate sobre dois temas polêmicos na cidade: a dívida da Prefeitura com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a doação de terrenos no Distrito Industrial. Dois projetos de lei que tratavam do tema estavam previstos para serem debatidos na sessão desta segunda-feira (26), mas ambos acabaram retirados da pauta após intensa discussão entre os parlamentares.

O primeiro é o projeto de lei (PL) 17/2018 de autoria do Poder Executivo e que trata do refinanciamento da dívida da Prefeitura com a Sanepar de mais de R$ 33 milhões. O pedido de vistas foi apresentado pelo parlamentar Ricardo Zampieri (SD) que questionou o teor do projeto – em seguida, vários vereadores se manifestaram sobre o tema. A principal dúvida era a falta de esclarecimento do projeto apresentado.

O PL trazia uma mudança na lei de 2017 que trata do refinanciamento da dívida entre Prefeitura e Sanepar. O vereador Walter José de Souza, o Valtão (PROS), por exemplo, lembrou que o texto não alterava o refinanciamento feito de forma anterior, apenas regulamentava um aspecto burocrático. Ricardo ressaltou que não era “contra a aprovação do projeto”, mas cobrou clareza no texto.

Já Geraldo Stocco (REDE), presidente de uma CPI formada para investigar a relação entre Prefeitura e Sanepar, destacou que o pedido de vistas de Zampieri era importante para “esclarecer o debate” e ainda defendeu a chance de “diminuir” a dívida em questão. O líder do Governo na Casa de Leis, Rudolf ‘Polaco’ (PPS), chegou a tentar esclarecer que o PL era apenas burocrático, mas o projeto acabou retirado da pauta por um dia.

O outro tema que causou polêmica foi a doação de um terreno no Distrito Industrial – o debate foi novamente fomentado com a discussão sobre o PL 401/2017. Desta vez, o questionamento dos vereadores esteve focado no número de empregos criados pelo empreendimento e também pelo custo benefício da doação – a iniciativa foi retirada após o parlamentar Sargento Guiarone (PROS) questionar o projeto.

Kalinoski ressalta mecanização da mão de obra

Durante o debate sobre uma nova doação de área no Distrito Industrial, o vereador Eduardo Kalinoski (PSDB) alertou para o fato de que a mecanização da mão da obra, o número de pessoas empregadas diminuí – isso diante do questionamento dos vereadores sobre o fato da empresa beneficiada criar “apenas” 9 vagas de emprego. Já Rudolf Polaco, líder do Governo, destacou ainda o fato de que as doações de áreas muitas vezes incluem áreas verdes que devem ser preservadas. 

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