Santa Casa afirma que não houve troca de bebês

Ponta Grossa

20 de maio de 2019 14:34

Da Redação

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Instituição garantiu que não ocorreram trocas de bebês falecidos Foto: Divulgação
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Hospital foi acusado de trocar bebês falecidos durante entrega aos familiares. Polícia Civil abriu inquérito sobre o caso.

A Santa Casa de Misericórdia se pronunciou oficialmente sobre a suposta troca, no necrotério do hospital, de bebês falecidos. Em nota, a instituição garantiu que não houve qualquer sumiço ou troca de cadáveres. Na última sexta-feira (17), a Polícia Militar foi acionada por uma família que afirmou que o hospital havia entregado uma criança errada – inclusive de sexo diferente – para o enterro. O bebê havia falecido na quinta-feira (16).

O hospital foi enfático em afirmar, através do pronunciamento, que “os fatos imputados à instituição não ocorreram”. A Santa Casa ainda garantiu que irá colaborar com as autoridades no inquérito aberto pela Polícia Civil. Por fim, a nota explica que o caso corre em segredo de Justiça e, por isso, o hospital só irá se pronunciar através dos autos do processo.

Entenda

O caso veio à tona após familiares desconfiarem da aparência de uma das crianças. A suspeita dos familiares é de que o bebê de Ponta Grossa tenha sido trocado com outro, sepultado sem identificação.

De acordo com o boletim registrado pela Polícia Militar, uma das mães passou por uma cirurgia cesariana no dia 10 de maio, quando nasceram duas filhas gêmeas. Uma delas faleceu poucos dias depois, sendo sepultada conforme todos os procedimentos legais.

Na última quinta-feira (16), a família recebeu a informação do hospital de que a outra menina também havia falecido, mas que ela ficaria no necrotério até a manhã de sexta-feira (17), quando seria liberada para sepultamento no Cemitério Vicentino. No dia combinado, os familiares levaram a certidão de óbito ao hospital, onde uma assistente social os levou até a bebê – que, inclusive, foi vestida pela família, segundo a PM.

No momento em que o bebê era levado ao cemitério, os familiares notaram que não se tratava de uma menina, e sim de um menino – a fita de identificação no braço da criança era da cor azul, característica que identifica crianças do sexo masculino em hospitais brasileiros. O nome da criança também não batia com o escolhido pelos pais. Segundo a família, o sexo não foi identificado durante a troca de roupas porque a criança estava de fraldas.

A família retornou ao hospital e pediu explicações sobre a troca. Segundo o boletim de ocorrência feito pela PM, uma funcionária do hospital avisou a família que a filha havia sido encaminhada para a funerária já na noite anterior. Em contato com a funerária, os familiares ficaram sabendo que o corpo da menina já havia sido enterrado, sem identificação, na manhã de sexta-feira (10).

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