Professores realizam atividade em comunidade quilombola

Ponta Grossa

12 de junho de 2019 13:40

Da Redação

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atividade busca valorizar a identidade afro-brasileira e rememorar a história de resistência da Comunidade Remanescente de Quilombolas da Serra do Apon Foto: Divulgação
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Cerca de 45 estudantes da universidade participaram das atividades na comunidade localizada em Castro 

As professoras Lucia Mara de Lima Padilha e Nelba Maria Teixeira Pisacco, docentes do Departamento de Educação da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), e Nilvan Laurindo Souza, aluno do Programa de Pós-Graduação (PPGE) da instituição, realizaram, a quarta edição do Curso de Extensão “Relações étnico-raciais: possibilidades pedagógicas para o cumprimento da Lei 10.639/03”. A atividade foi realizada na semana passada. 

Promovida pelo Programa de Extensão e Pesquisa em Processos de Aprendizagem (PROA) e Universidade Sem Fronteiras (USF), a atividade busca valorizar a identidade afro-brasileira e rememorar a história de resistência da Comunidade Remanescente de Quilombolas da Serra do Apon, localizada em Castro, cidade na região dos Campos Gerais no Paraná.

De acordo com a professora Lucia Mara de Lima Padilha, “os participantes tiveram a oportunidade de refletir sobre a desigualdade social do negro como um processo histórico de legitimação ideológica do racismo em nossa sociedade, além de conhecer a história e a importância das Comunidades Quilombolas no Paraná”. 

Também participaram do evento como convidados o professor Nicolas Floriani, coordenador do Grupo de Pesquisa e Extensão Interconexões (UEPG-CNPq) e integrante da Rede CASLA-CEPIAL, a professora Cleusi Bobato Stadler, discente do PPGG-UEPG. Membros da Secretaria Municipal de Educação de Castro, entre eles Rejane de Paula Nocera, secretária municipal, e Luiza Nunes, coordenadora pedagógica das escolas do campo.

A atividade desenvolvida na escola resultou em uma Mostra Cultural Quilombola. O evento reuniu pais, alunos e comunidade para uma confraternização de saberes. Os alunos encenaram a peça teatral “Pretinho, meu boneco querido”, chamando a atenção para a importância da valorização da raça negra e da igualdade entre todos. 

Papel da Universidade

Além da violação de direitos socioterritoriais, os professores da UEPG lembram que ações includentes e solidárias como a  extensão universitária buscam defender conquistas sociais históricas, além de traçar vias alternativas ao desenvolvimento local dessas regiões em situação de vulnerabilidade social. As ações buscam, por meio de novos arranjos locais (prefeituras, ONGs, Ministério Público, entre outros), dar voz e voto às populações subalternas e inviabilizadas.

Informações Assessoria de Imprensa

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