Educação debate formação na 4ª Revolução Industrial

Ponta Grossa

10 de setembro de 2019 19:01

Da Redação


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Debates sobre a Educação em Ponta Grossa e no Brasil, políticas educacionais, financiamento, ensino e aprendizagem estão sendo realizados todos os dias Foto: Divulgação
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Debates sobre a Educação em Ponta Grossa e no Brasil, políticas educacionais, financiamento, ensino e aprendizagem estão sendo realizados todos os dias

Desde o último fim de semana, o ‘VII Congresso de Educação Ponta Grossa Narra: A história do menino que lia o mundo’ discute Gestão Democrática e Justiça Social em diferentes espaços da cidade. O evento está recebendo diariamente filósofos, educadores e outros profissionais da área para contribuir para a formação dos professores da Rede Municipal, com encerramento no dia 15 – junto com a Feira do Livro, no Parque Ambiental.

Todas as discussões do Congresso envolvem temas de grande relevância para o desenvolvimento educacional de professores e alunos, envolvendo em torno de 1 mil pessoas em cada uma das palestras principais, no Shopping Palladium, diariamente às 9h, 14h e 19 horas. No total, 18 mil pessoas devem participar das formações.

Na manhã desta terça (10), o VII Congresso recebeu Cláudia Costin, doutora em Administração Pública pela FGV e ex-ministra da Administração e Reforma (1995-2002). Ela falou sobre como enfrentar a crise de aprendizagem por parte dos alunos – uma realidade brasileira que Ponta Grossa está vencendo com a formação continuada e investimentos como a Educação em Tempo Integral. E citou ações como a formação continuada de professores em serviço e a aprendizagem colaborativa entre os mestres como ações para transformar o professor “de mero fornecedor de aulas para um assegurador de aprendizagens”.

“Mostramos que nós vivemos tempos chamados da Quarta Revolução Industrial, em que as máquinas, seja por meio da inteligência artificial ou pela automação industrial acelerada, vão substituir trabalhos humanos que demandam competências intelectuais, com a extinção de milhões de postos de trabalho. Então, como pensar a educação, devemos assegurar as competências básicas para só depois pensar nas mais próprias para o século XXI? Procurei mostrar que não, que precisamos fazer os dois trabalhos ao mesmo tempo. Os alunos precisam de resultados de aprendizagem relevantes para a vida adulta e, ao mesmo tempo, outras típicas do século XXI, como a resolução colaborativa de problemas, empatia, protagonismo e capacidade de empreender sua própria vida”, afirma ela.

Para isso, o professor deve buscar desenvolver um aluno hábil para “os pensamentos crítico, sistêmico e abstrato, que são três formas de pensamento interligadas que nos diferenciam dos robôs nos fazem essencialmente humanos”, disse ela.


No Palladium

Todos os dias, pela manhã, tarde e noite, ocorrem as principais palestras do Congresso, no palco do Centro de Convenções do Shopping Palladium. “O evento Narra Ponta Grossa é muito importante para o setor educacional e o Palladium Ponta Grossa se sente honrado em receber professores e representantes da Educação de 19 municípios do Paraná, profissionais que têm um papel fundamental para toda a sociedade brasileira. O Shopping está sempre aberto a receber eventos representativos para nossa comunidade”, observa a gerente de Marketing do Palladium Ponta Grossa, Maura Müller.

 

Serviço

Palestras do VII Congresso de Educação

9h, 14h e 19 horas, até sexta-feira

Inscrições e programação: sme.pontagrossa.pr.gov.br

(Não-inscritos também podem assistir)

Local: Shopping Palladium

 

Sobre o Ponta Grossa Narra

O Congresso de Educação Ponta Grossa Narra, realizado desde 2013, é uma importante ferramenta para a formação continuada dos professores da Rede Municipal. A intenção da SME é também congregar estudantes, profissionais da Educação e público em geral para ampliar a participação da comunidade na construção de uma escola pública de qualidade. O evento se soma às ações da Prefeitura, desde o investimento na infraestrutura das escolas, passando pelas condições de acesso e permanência das crianças até o acompanhamento do aprendizado de cada um. Quem é “o menino que lia o mundo”?

Neste ano, Ponta Grossa Narra “A história do menino que lia o mundo” – representado pelo educador Paulo Freire. O educador teve popularizado o apelido a partir da obra de seu biógrafo, o escritor Carlos Rodrigues Brandão. À luz da obra de Paulo Freire, principal base metodológica para o Ensino em Tempo Integral no município, a cidade e os convidados discutirão o tema “Gestão Democrática e Justiça Social”. Além disso, Freire foi transformado no personagem que ilustra as peças de divulgação do evento e está presente em cartazes, outdoors e outros locais.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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