'Morte de psicóloga pode ter outros envolvidos', diz advogado

Ponta Grossa

08 de novembro de 2019 17:17

Afonso Verner


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Foto: Imagem: Divulgação
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Micheli Kobelnik foi morta com recursos de crueldade. Advogados da família apresentaram nova informação no caso

Os advogados Fernando Madureira e Fabio Camargo, contratados pela família da psicóloga Micheli Kobelnik para atuarem como assistentes de acusação, irão pedir a autoridade policial que investigue uma nova informação. De acordo com os advogados, na noite do dia 29 de outubro, data em que a vítima foi torturada e morta pelo companheiro, Andre Cavalheiro, e por Wesley Bueno, outras pessoas estiveram no local do crime.

Segundo o advogado Fabio Camargo, na noite da execução de Micheli, aproximadamente por volta das 22h30, esteve no local um veículo HB20 de cor branca. O advogado sustenta que um dos ocupantes entrou na residência do casal, aonde estava se desenvolvendo a atividade criminosa. 

Os advogados não quiseram dar mais detalhes para não atrapalhar as investigações. No entanto,  Madureira afirmou que toda informação deve ser apurada com rigor; “Se for constado que tem mais envolvidos nos fatos criminosos, que participaram ou auxiliaram no evento delituoso, mesmo que de forma omissiva, eles devem ser responsabilizados”, disse Madureira.

Crime chocou a cidade

A psicóloga Leonisse Micheli Kobelnik, 31 anos, foi encontrada morta na manhã de terça-feira (29), em Ivaí, região dos Campos Gerais. O crime foi cometido pelo ex-companheiro, ex-companheiro da vítima, e Wesley Bueno, contratado para participar do crime.

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