PLATAFORMAS


EDITORIAS


SEÇÕES


PROJETOS


INSTITUCIONAL

Câmara de PG aprova criação do parlamento universitário

Ponta Grossa

03 de março de 2020 14:39

Afonso Verner


Relacionadas

Super bebê de 4,8 quilos nasce no Humai-UEPG

Ex-presidiário espanca gestante e mata cão em PG

Após 25 anos, Delegado Marcus Sebastião deixa a Polícia Civil

Simepar prevê temperatura de 1ºC em PG nesta terça-feira
Profissão gari: conheça o dia a dia destes profissionais em PG
PRF faz operação em PG de combate à violência sexual
GM apreende jovem com drogas em sacola em Uvaranas
Foto: Kauter Prado / CMPG
PUBLICIDADE

Projeto foi aprovado em primeira discussão e deve ser novamente debatido nesta quarta-feira (4)

Em meio a uma sessão polêmica nesta segunda-feira (2), a Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG) aprovou o projeto de lei (PL) 261/2019 de autoria do vereador Felipe Passos (PSDB). A proposta cria um Parlamento Universitário, semelhante aquele que já funciona na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) - o projeto se soma a outros semelhantes, como o ‘Câmara Jovem’, de Vinícius Camargo (PMB) e Geraldo Stocco (REDE).

Nas redes sociais, Felipe Passos destacou a importância do envolvimento de alunos do ensino superior na vida política, especialmente na política institucional. “ O objetivo é que a medida fomente e desperte a consciência política e o interesse dos universitários nas atividades do Poder Legislativo”, disse Felipe. O vereador tucano foi o segundo mais votado em 2016, ano em que o Legislativo registrou uma renovação de 66% das cadeiras. 

De acordo com o texto aprovado pelo plenário da Câmara, o Parlamento Universitário será composto pelo mesmo número de cadeiras que compõem o Legislativo Municipal. O texto prevê que as atividades ficarão sob a coordenação de centros acadêmicos universitários. O texto prevê que as sessões do Parlamento Jovem aconteçam no mês de julho de cada ano.

Maiores atribuições sobre o funcionamento do Parlamento Universitário deverão ser firmadas pelo próprio Centro Acadêmico. O projeto de Felipe Passos ainda será novamente discutido e, se aprovado, vai ao prefeito Marcelo Rangel (PSDB) que tem 15 dias para vetar ou sancionar a medida.

PUBLICIDADE

Recomendados