UEPG define sobre adesão à atividades remotas na segunda

Ponta Grossa

16 de maio de 2020 08:01

Da Redação


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Objetivo é tentar achar uma solução que diminua a evasão e garante a segurança em relação à saúde dos profissionais da universidade Foto: Assessoria de Imprensa da UEPG
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Objetivo é tentar achar uma solução que diminua a evasão e garante a segurança em relação à saúde dos profissionais da universidade

O Conselho Universitário da Universidade Estadual de Ponta Grossa (COU-UEPG) define na próxima segunda-feira (18) sobre a adesão ou não da suspensão dos calendários e a realização de atividades remotas. Em uma transmissão, aberta à comunidade, na última sexta-feira (15), o Conselho apresentou as propostas para debate.

Na segunda-feira, ocorrerá a defesa de cada uma das propostas e a definição das próximas ações a serem realizadas durante a pandemia. Segundo o reitor Miguel Sanches Neto, o objetivo comum é tentar achar uma solução que diminua a evasão, garantindo ao mesmo tempo a segurança em relação à saúde dos professores, agentes universitários e acadêmicos. “Queremos manter a universidade com uma relevância cada vez maior enquanto instituição pública, com foco no ensino presencial. Entendemos que todas as discussões sobre atividades remotas são para a situação de excepcionalidade da Covid-19”, afirma.

Segundo Sanches, embora as falas das Pró-reitorias sejam divergentes em alguns aspectos, isso é um mérito que revela a diversidade de opiniões. “Temos uma Prae, Prograd e Reitoria atuantes, que desenvolvem o trabalho em conjunto com outras Pró-reitorias que também são ativas e ajudam nessa construção coletiva. A administração tem aberto dialogo com todas as representações e essa diversidade de opiniões não altera tudo o que a gestão já fez e vem fazendo em prol de uma política de ensino inclusiva”.

A conselheira Silvana Oliveira destacou durante a reunião o trabalho realizado pelas pró-reitoras Lígia Paula Couto e Ione da Silva Jovino. “Nós estamos aqui para estabelecer um compromisso institucional. Eu tenho acompanhado com muita admiração o trabalho realizado pelas pró-reitorias que assumiram a função de pensar e propor ações para serem debatidas coletivamente nas instâncias da instituição. Os colegiados de curso foram chamados para trazer as suas contribuições sobre o que é possível fazer nesse contexto de pandemia e toda as discussões foram conduzidas de forma muito responsável e absolutamente democrática”, finaliza.

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