Vinicius lamenta decisão da Câmara sobre organizações sociais

Ponta Grossa

25 de maio de 2020 20:15

Dhiego Tchmolo


Relacionadas

PG registra segundo óbito pelo novo coronavírus

Ensino híbrido será adotado na volta às aulas em PG

Camargo ressalta trabalho para retirada de crianças das ruas

Cescage abre inscrições para o vestibular de inverno
Comunidade entra na justiça para paralisar obra na BR-373
Ponta Grossa tem 22 novos casos de coronavírus
Beetools inova com aulas remotas na pandemia
Momento de dificuldade de receita em todo o país é o ideal para se discutir e aprovar projetos de economia, cita o parlamentar Foto: Divulgação
PUBLICIDADE

Vereadores recusaram proposta que permitiria à Prefeitura transferir atividades para Organizações Sociais. Medida, segundo líder do governo, traria economia aos cofres públicos

A Câmara de Ponta Grossa recusou, nesta segunda-feira (25), o projeto de lei nº 179/2019, de autoria do Poder Executivo e que, na prática, permitiria transferir algumas atividades do município para Organizações Sociais. O objetivo da proposta foi diminuir alguns custos do poder público, de acordo com a justificativa encaminhada aos vereadores.

Líder do governo, o vereador Vinicius Camargo (PSD) lamentou a decisão da Câmara. “Organizações Sociais possuem diversas isenções fiscais e custariam muito menos aos cofres públicos. Fizemos uma simulação com a criação do Samu Regional, por exemplo. Neste caso, a economia para a criação do sistema seria de R$ 1 milhão, caso uma organização social assumisse o contrato ao invés de uma empresa terceirizada”, explicou o vereador.

Para o parlamentar, o momento de dificuldade de receita em todo o país – que também ocorre em Ponta Grossa – é o ideal para se discutir e aprovar projetos de economia. “Votamos uma possibilidade de diminuir custos, mas os únicos argumentos que ouvimos da oposição é que o prefeito queria maquiar o limite prudencial. Isso não é verdade, já que estamos em um período de calamidade e, neste momento, sequer existe limite prudencial”, contou. O vereador ainda citou que a proposta, caso fosse aprovada, possivelmente só passaria a funcionar na próxima gestão da prefeitura, já que praticamente não existiria tempo hábil para colocá-la em prática. “Não é porque é mais bonito, é porque é mais barato”, destacou.

“Se gerar economia, vale a pena. Votamos um projeto porque ele é mais barato aos cofres públicos. Lamento esse tipo de decisão, porque a cidade acaba perdendo. Um projeto que geraria economia, todos sairiam ganhando, principalmente porque os recursos economizados poderiam ser investidos em outros setores”, lembrou.

Informações da assessoria de imprensa.

PUBLICIDADE

Recomendados