95% das empresas estão em atividade em PG

Ponta Grossa

17 de julho de 2020 19:18

Fernando Rogala


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Na primeira semana das restrições de funcionamento do comércio em Ponta Grossa percentual de atividade caiu para 59% Foto: AEN
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Percentual é o sexto maior do estado entre as 20 regiões avaliadas em levantamento do Governo do Estado

Apenas 5% das empresas ponta-grossenses ainda não retomaram as atividades registradas antes da pandemia do novo coronavírus. A informação está no boletim conjuntural divulgado nesta sexta-feira (16) pelas secretarias de Fazenda, do Planejamento e Projetos Estruturantes.  Conforme o estudo, que considera como ativa a empresa que emitiu ao menos um documento fiscal e utiliza o índice de 100% para o período de normalidade econômica da pré-pandemia (9 a 13 de março), na semana dos dias 6 a 10 de julho, 95% das empresas estavam ativas.

O valor é o sexto maior entre as 20 regiões pesquisadas. Apenas arapongas atingiu a marca de 100%, ou seja: mantém todas as atividades registradas na semana entre os dias 9 e 13 de março. Na sequência aparecem Francisco Beltrão (99% das empresas em atividade), Pato Branco (98%), Umuarama (97%) e Toledo (96%). As regiões com a menor média são Curitiba (74% das empresas ativas) e Foz do Iguaçu (71%). Essas duas últimas regiões, bem como algumas outras, informa o boletim, teve uma redução nos números pelo fato de que precisaram cumprir regras mais rígidas sobre o comércio e as atividades não essenciais – a ‘quarentena restritiva’.

No caso de Ponta Grossa, esse é o maior valor já atingido, igualando o registrado entre os dias 22 e 26 de junho. O período com menor atividade comercial foi entre os dias 23 e 27 de março, o primeiro dia do fechamento do comércio, quando o percentual de empresas em atividade caiu para 59%. Tonia Mansani, Coordenadora de Fomento ao Empreendedorismo e Inovação, atribui o alto índice às ações adotadas pela prefeitura. “Com o acompanhamento sistemático da evolução da covid-19 no município e ações coordenadas entre os órgãos envolvidos e impactados, foi possível manter o comércio aberto. Essa abertura possibilitou minimizar os impactos econômicos, bem como, a redução dos postos de trabalho no município”, resumiu.


Alguns setores são mais afetados

Tonia Mansani lista os setores que permanecem inativos. “São os de turismo, entretenimento, lazer, serviços de transporte de alunos e escolas. Essas atividades serão as últimas a voltar, infelizmente. Também entram no comércio os bares, que são setor gastronômico”, revela.

Por outro lado, entre as que estão funcionando, Tonia ressalta o quão importante é, neste momento, ter o máximo possível de empresas emitindo nota. “Empresas em atividade fazem a economia circular. Auxiliam a manutenção dos postos de trabalho, geração de renda, portanto a economia viva. Além de gerar impostos, que fazem com que os serviços tenham continuidade”, conclui.

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