Padrasto é detido após abusar de enteada em PG

Ponta Grossa

15 de setembro de 2020 07:25

Afonso Verner


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Abuso foi flagrado pelo irmão mais velho da vítima. Homem ameaçava matar a mãe da criança e os animais de estimação da garota caso ela não colaborasse

Um rapaz de 18 anos de idade foi preso na tarde desta segunda-feira (14), em Ponta Grossa. O jovem é suspeito de abusar da enteada, uma garota de apenas 9 anos de idade. O caso foi registrado na região do Costa Rica, em Uvaranas - a rua da ocorrência será omitida pela redação para preservar a identidade da vítima. 

O caso foi registrado por volta das 18h. O abuso foi descoberto pelo irmão mais velho da vítima, um garoto de 17 anos de idade. O rapaz chegou em casa e, ao passar ao lado da janela do quarto da mãe, que estava no trabalho, ouviu a irmã chorando - como a casa estava trancada, o rapaz quebrou a janela e entrou na residência.

Ao entrar na casa, o jovem encontrou o padrasto, um homem de 18 anos, deitado na cama - o homem não soube explicar o que acontecia ali - já a garota correu e se trancou no banheiro da residência. Após muita insistência, o rapaz conseguiu que a irmã saísse do banheiro e lhe contasse o que havia acontecido. 

A garota contou a avó, que mora em uma casa nos fundos da residência, que o padrasto havia trancado a casa e a levado para o quarto, pedindo que ela tirasse a roupa. Com a garota se negando, o homem teria começado a acariciar as partes íntimas da garota até que o irmão mais velho da menina interveio, quebrando a janela.

A vítima contou ainda que o padrasto ameaçava matar a mãe da menina e os animais de estimação da família caso ela contasse sobre o abuso a mais alguém. A mãe da vítima tem 33 anos de idade e estava trabalhando no momento do abuso - ela mantinha um relacionamento com o padastro, suspeito das agressões sexuais, há dois anos.

O padrasto de 18 anos de idade foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil para prestar esclarecimentos. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o desenrolar da ocorrência. 

* Todos os detalhes que pudessem identificar a vítima foram suprimidos do texto para preservar a identidade da garota.

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