PT e PSOL buscam auxiliar na eleição a vereador com ‘voto de legenda’

Ponta Grossa

24 de setembro de 2020 08:39

Da Redação


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Foto: Arquivo / aRede
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Partidos têm candidaturas ao Executivo também com o intuito de  fortalecer candidaturas ao Legislativo Municipal

As candidaturas próprias do Partido dos Trabalhadores (PT), na pessoa do Professor Edson Armando Silva, e do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), com o Professor Sergio Gadini, para a Prefeitura de Ponta Grossa, também têm como objetivo auxiliar suas respectivas chapas a vereador a eleger um representante na Câmara Municipal. Fato que, se acontecer, será um avanço para as duas legendas em questão. As informações são do blog do Doc.Com

Quando um partido lança candidato a prefeito, fica mais fácil de obter os chamados “votos de legenda”, quando o eleitor vota no mesmo número para prefeito e vereador. Historicamente, os votos na legenda auxiliam na disputa pelas cadeiras da Câmara, aumentando o número de votos da chapa.

O PT busca retomar um espaço no cenário político em Ponta Grossa, manchado com os casos de corrupção em nível nacional e também pelo episódio envolvendo a ex-vereador Ana Maria de Holleben, acusada de ter cometido auto-sequestro em 2013 durante o período da eleição da Mesa Executiva da Câmara.

Com uma chapa completa de 29 candidatos, o PT conta com lideranças comunitárias, profissionais liberais e um ex-vereador, na pessoa de Gerveson Tramontim Silveira, que já foi presidente da Câmara.

O PSOL desde 2012 busca marcar território e ganhar espaço com as candidaturas próprias à Prefeitura, mas sempre pensando também em conseguir eleger o primeiro vereador pelo partido da história de Ponta Grossa.

Votação crescente

Em 2012 o candidato a prefeito foi o advogado Leandro Dias, que conquistou 6.937 votos, enquanto em 2016 Gadini foi pela primeira vez candidato, alcançando mais de 12 mil votos. Agora, a intenção é ampliar essa votação crescente e auxiliar, com os votos na legenda, a eleger um vereador. A chapa do PSOL tem 23 candidatos, sendo 15 homens e 8 mulheres.

Para este pleito, o partido apresenta uma novidade numa eleição a vereador em Ponta Grossa. São duas as chamadas ‘bancadas coletivas’ do partido. Em uma delas são quatro e na outra são três lideranças fazendo campanha ao mesmo tempo. O candidato é apenas um, conforme determina a lei eleitoral, mas os demais também auxiliam de forma conjunta na campanha. Em caso de eleição, todos vão participar nas tomadas de decisão do mandato.

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