Elizabeth Schmidt é a terceira entrevistada pela AMPG

Ponta Grossa

09 de outubro de 2020 14:00

Da Redação


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Elizabeth Schmidt e o atual secretário adjunto de Saúde, Rodrigo Manjabosco, foram recebidos pela diretoria da Associação Médica, representada por Francisco Barros, Marcelo Jacomel e José Artur Sgarbi Foto: Fyama Eschipio)
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Associação Médica tem conversado com candidatos à Prefeitura de Ponta Grossa

A candidata à Prefeitura de Ponta Grossa pelo PSD, Elizabeth Schmidt, atual vice-prefeita do Município, foi a terceira entrevistada pela diretoria da Associação Médica de Ponta Grossa (AMPG). O atual secretário adjunto da Saúde, Rodrigo Manjabosco, que ajudou a construir o plano de governo da candidata, também participou da reunião. O presidente da AMPG, Francisco Barros Neto, e os médicos Marcelo Jacomel e José Artur Sgarbi, do Departamento de Assuntos Comunitários, conduziram a conversa, com o objetivo de conhecer as propostas para o setor da saúde para os próximos quatro anos de governo. A reunião aconteceu hoje a tarde, na sede da AMPG.

Entre as principais propostas estão a implantação de uma comunicação efetiva entre unidades de saúde e hospitais, incluindo o Hospital Universitário Regional de Ponta Grossa. “Essa comunicação reduz gastos e otimiza tempo, porque informações sobre o histórico do paciente e o estado geral de saúde estarão disponíveis em todo o sistema”, explicou o secretário adjunto.

Ainda segundo ele, deve ser implantado na cidade um sistema de telemedicina, voltado a pacientes com comorbidades ou que, por algum motivo, não podem sair de casa. “Esse projeto, que já está acontecendo em fase de testes, consiste em levar à casa do paciente um equipamento completo. Assim, são feitos vários exames na casa do paciente, com suporte médico a distância. Isso garante cuidado e resolutividade”.

A atual vice-prefeita ressaltou que será feito um remanejamento no sistema de saúde, de modo a priorizar a atenção básica. Ela explica que o convênio com a UEPG deve ser mantido para que os partos continuem sendo feitos no Hospital da Criança. “O atendimento que hoje é feito no Hospital Municipal passará a ser feito na UPA Santana, que deverá ser entregue nas próximas semanas”, complementando que o local onde hoje está o Hospital Municipal deve se tornar um Ambulatório Central de Especialidades. “Isso deve fazer com que as filas para o atendimento com especialistas reduzam em toda região”.

As mudanças devem gerar impacto positivo na Saúde. “Todo remanejamento também vai gerar economia. Esse dinheiro deve ser direcionado à Saúde Básica, que também deve ganhar quatro unidades de saúde. “Essa ampliação, com a construção de novas unidades de saúde, também vai garantir atendimento de 100% da cidade na atenção básica. Melhorando a atenção básica, os casos são resolvidos ainda quando não estão em estágios de maior gravidade”.

A diretoria da AMPG fez questão de questionar se há alguma proposta para permitir a qualificação dos médicos e a permanência do atendimento deles na saúde pública. Sobre isso, o secretário adjunto da saúde abordou a criação de um plano de cargos e carreira para os profissionais do setor. “Se o profissional da saúde vê progressão na sua carreira ele permanece no serviço público e é isso que queremos. A rotatividade não é benéfica, porque queremos que ele conheça seus pacientes e sua comunidade, porque isso também gera resolutividade”, explicou Manjabosco.

Atendimento nos terminais

Caso seja eleita, Elizabeth Schimdt deve implantar o Programa Saúde na Hora. Esse atendimento deve funcionar onde hoje estão as unidades de saúde próximas aos terminais de ônibus. “E esse atendimento à população deve ser feito até as 22 horas. Entendemos que esse acesso fácil à saúde é muito importante”, finalizou.

Mais entrevistas

Marcio Pauliki, do Solidariedade e Mabel Canto (PSC) foram os primeiros entrevistados pela AMPG. Na próxima semana, a associação deve receber os candidatos Sérgio Gadini (PSOL) e Edson Armando Silva (PT).

As informações são da assessoria. 

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