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Quem mais gastou na campanha pela Prefeitura de PG?

Ponta Grossa

10 de novembro de 2020 15:41

Afonso Verner


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Pauliki lidera gastos, seguido por Elizabeth. Mabel tem a terceira campanha em termos de gastos. Em seguida, estão Edson e Gadini Foto: Arquivo JM
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Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que campanha dos prefeituráveis já custou mais de R$ 1,4 milhão. Saiba quem são os principais doadores

Comparada com eleições anteriores, a disputa pelo comando da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa pode ser considerada ‘barata’. Um levantamento feito pela equipe do Jornal da Manhã e do portal aRede mostra que, até esta terça-feira (10), os cinco prefeituráveis já haviam declarado um gasto total de R$ 1.421.018,67 - o valor representa o gasto somado das cinco chapas. Em 2016, cada candidato ao cargo de prefeito(a) podia gastar sozinho até R$ 1,5 milhão. A prestação de contas completa tem que ser divulgada até o próximo dia 15 de dezembro.

Os números mostram que a campanha, até o momento, está muito menos custosa do que poderia ser. Os limites do TSE previam que cada candidato a prefeito(a) poderia gastar até R$ 1,7 milhão no primeiro turno - caso haja segundo turno, cada prefeiturável poderá investir outros R$ 706 mil na segunda fase da campanha. Os dados mostram que a campanha custou, até agora, apenas 16% do teto: R$ 1,4 milhão dos R$ 8,5 milhões possíveis. 

Os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que o maior custo de campanha registrado até agora é de Marcio Pauliki (SD) e Ricardo Zampieri (Republicanos). O sistema mostra que Pauliki já investiu R$ 826 mil na campanha (58% do total gasto), enquanto arrecadou ao todo R$ 850 mil. O principal doador da campanha de Pauliki e Zampieri é o diretório do partido que repassou R$ 412 mil à campanha. 

Em seguida, a segunda campanha em termos de investimento é a de Professora Elizabeth Schmidt e Capitão Saulo (ambos do PSD). Segundo os dados disponíveis no sistema do TSE, a campanha da professora já custou R$ 469 mil (33% do total gasto pelos prefeituráveis) e mostra uma arrecadação de R$ 468,2 mil. O principal financiador da campanha da dupla é o diretório do PSD que repassou R$ 300 mil à campanha. 

Em terceiro lugar em termos de gastos de campanha está Mabel Canto (PSC) e Pietro Arnaud (PSB) que afirmam terem arrecadado R$ 104 mil e gasto R$ 107 mil (7,5% do total) até o momento. No caso da deputada estadual figura como principal doadora da campanha a própria Mabel - os dados do TSE mostram que a própria Mabel doou R$ 40 mil para a organização da campanha. 

A campanha do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) é a quarta em termos de gasto. A coligação tem como candidatos Professor Edson (PT) e Pastor João Carlos (PCdoB) e divulgou uma arrecadação de R$ 48 mil, enquanto o gasto declarado até o momento é de R$ 15,7 mil (1,1% do total). No caso da coligação, o principal doador é o Diretório Nacional do PT que destinou R$ 30 mil à campanha da dupla.

Campanha mais barata

Por fim, a campanha mais barata até o momento é a dos professores Sérgio Gadini e Lineu Kieras (ambos do PSOL). A dupla informou já ter recebido pouco mais de R$ 39 mil e declarou um gasto de apenas R$ 2 mil (0,14% do total gasto na campanha dos prefeituráveis). O principal doador da campanha pesolista é o Diretório Municipal do PSOL que destinou R$ 33 mil ao projeto dos professores.

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