PLATAFORMAS


EDITORIAS


SEÇÕES


PROJETOS


INSTITUCIONAL

PG é eleita para inaugurar o Programa Redes Comunitárias

Ponta Grossa

11 de junho de 2021 10:00

Da Redação


Relacionadas

PG ganhará órgão federal ligado ao Meio Ambiente

ICMBio abre processo seletivo para agentes ambientais

Vereadora apresenta denúncia ao MP sobre UPA Santa Paula

Câmara discute transparência no transporte público de PG
CPS projeta pavimentar 35 quadras no 2º semestre em PG
Lago de Olarias receberá áreas de esporte nos próximos dias
Obra de melhoria afeta abastecimento em bairros
PUBLICIDADE

A iniciativa, desenvolvida pelo MCTI e coordenada pela RNP, integra as principais instituições de ensino e pesquisa do país e atende mais de quatro milhões de usuários

A pandemia acelerou as mudanças que já vinham ocorrendo no setor educacional. Prova disso é o estudo realizado pela Global Learmer Survey e pela Pearson, que apontou que 67% dos estudantes universitários brasileiros estão dando mais valor à educação após a Covid-19. Embora o momento seja desafiador, é incontestável que a tecnologia foi um fator determinante para esse desenvolvimento e para a mudança no comportamento desses alunos.

Diante deste novo cenário e visando sempre beneficiar as instituições de ensino e pesquisa em todo o país, a cidade de Ponta Grossa, no Paraná, foi escolhida para a 1ª inauguração do Programa Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa (RedeComep) em 2021. A iniciativa, coordenada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), prevê a implantação de redes de alta velocidade na região, conectando a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), o Hospital Universitário da UEPG (HU-UEPG), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa a cerca de 800 Instituições de Ensino Superior e centros de pesquisa em todo o país.

Ao todo, a Rede Metropolitana de Ponta Grossa contará com 12 sites espalhados pela cidade, 48 km de comprimento de rede e 20 Gbps (10+10) de capacidade de banda para cada ponto conectado.

“A principal característica da rede é prover conectividade em alta velocidade entre as instituições participantes e suas diversas unidades. Essa elevada capacidade de transmissão de dados poderá viabilizar novas aplicações nas áreas de ensino, pesquisa e extensão além da ampliação da cooperação entre as instituições participantes”, comenta Luiz Gustavo Barros, diretor do Núcleo de Tecnologia da Informação na UEPG e coordenador da Rede Ponta Grossa.

A grande vantagem da Redecomep é a possibilidade de utilização de uma ciberinfraestrutura de alto desempenho para experimentação e pesquisas, além de garantir o funcionamento de serviços avançados de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). As redes já implantadas possuem mais de 540 instituições consorciadas. A cobertura total do conjunto das redes já ultrapassou a marca de 3,5 mil km. Atualmente, estão implantadas 43 redes ópticas – grande parte em operação integral, incluindo 27 redes nas capitais e no Distrito Federal e 16 em municípios do interior.

“A Rede Nacional de Pesquisa é um avanço muito grande para região de Ponta Grossa, principalmente, nesse momento de pandemia, pois poderemos dar acesso de qualidade e aumentar a acessibilidade, que hoje significa democratizar o ensino, a pesquisa e a extensão”, explica Miguel Sanches Neto, reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

O lançamento, que acontece no dia 16 de junho, às 10h, será transmitido online (https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/rrm) e contará com a participação do Reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Miguel Sanches Neto; o Superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paraná, Aldo Nelson Bona; a Presidente da Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (APIESP), Fátima Aparecida da Cruz Padoan (Reitora da Universidade Estadual do Norte do Paraná) e o Diretor-geral da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), Nelson Simões.

“Contar com a cidade de Ponta Grossa na RedeComep, sem dúvida, traz um grande ganho para a comunidade acadêmica como um todo. Estamos muito contentes com os avanços que estamos fazendo, melhorando cada vez mais a conexão entre instituições de ensino em todo o país, principalmente em cidades do interior e regiões metropolitanas, onde o acesso muitas vezes ainda é difícil. Sabemos que esse apoio é essencial no apoio a projetos e pesquisas científicas colaborativas, o que está diretamente ligado ao desenvolvimento do nosso país “, finaliza o diretor-adjunto de Relacionamento Institucional da RNP, Gorgonio Araújo.

“Com esta rede de alta velocidade Ponta Grossa ingressa de forma definitiva num novo patamar. Nossa administração está pautada na inovação e no suporte ao desenvolvimento de novas tecnologias. É para nós emblemático que esta primeira inauguração aconteça neste governo, e neste momento, quando abrimos as portas para programas próprios de integração tecnológica, adotamos o Governo sem Papel e estamos promovendo a mais inovadora alteração em termos de gestão inteligente. A parceria com o governo federal e as instituições participantes é uma sinalização muito clara de nossa perspectiva: apenas o conhecimento pode nos levar a um patamar ótimo de desenvolvimento”, reforça Elizabeth Schmidt, prefeita municipal de Ponta Grossa.


Sobre a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP)

Qualificada como uma Organização Social (OS), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e mantida por esse, em conjunto com os ministérios da Educação (MEC), Turismo, Saúde (MS) e Defesa (MD), que participam do Programa Interministerial RNP (PRO-RNP). Pioneira no acesso à internet no Brasil, a RNP planeja, opera e mantém a rede Ipê, infraestrutura óptica nacional acadêmica de alto desempenho. Com Pontos de Presença em 27 unidades da federação, a rede conecta 1.529 campi e unidades nas capitais e no interior. São mais de quatro milhões de usuários, usufruindo de uma infraestrutura de redes avançadas para comunicação, computação e experimentação, que contribui para a integração dos sistemas de Ciência e Tecnologia, Educação Superior, Saúde, Cultura e Defesa.


Sobre a Redecomep

O Programa Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa (Redecomep) é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), em cooperação com o Ministério da Educação (MEC), coordenada pela RNP.

Cada Redecomep constitui-se em um ecossistema que congrega um conjunto de instituições de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica, as quais compartilham, operam e mantêm uma ciberinfraestrutura de alto desempenho, de forma colaborativa. A base dessa infraestrutura é composta por uma malha de cabos ópticos, e permite a realização de experimentos e pesquisas, além de suportar o funcionamento de serviços avançados de TICs.

O programa prevê a implantação de Redecomeps nas regiões metropolitanas e no interior dos estados, integrando as principais instituições de ensino e pesquisa do país. As Redecomeps são interligadas à ciberinfraestrutura nacional da RNP, a Rede Ipê, que conecta, hoje, cerca de 800 Instituições de Ensino Superior e centros de pesquisa em todo o país e atende hoje quatro milhões de usuários.

Existem hoje 43 Redecomeps, sendo 27 nas capitais dos estados e no Distrito Federal; e 16 em municípios do interior, contando com mais de 540 instituições usuárias. A malha óptica subjacente possui uma extensão total de 3,5 mil km, e opera em velocidades entre 1 e 100 Gbit/s.


Informações da assessoria de imprensa da UEPG

PUBLICIDADE

Recomendados