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UPA Santa Paula passa a produzir seu próprio oxigênio

Ponta Grossa

14 de junho de 2021 13:21

Da Redação


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Com a mudança, a estrutura da UPA Santa Paula mudou o fluxo e a necessidade de insumos, como o oxigênio Foto: Prefeitura de Ponta Grossa
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Com a instalação de uma Usina Elétrica de Oxigênio a Prefeitura tem economia de 67,17% com gastos nas compras de cilindros de O2

Desde o início da pandemia da Covid-19, a Prefeitura de Ponta Grossa, através da Fundação Municipal de Saúde (FMS), readequou os serviços de atendimento a população, centralizando o recebimento de pacientes com sintomas respiratórios, moderados e graves, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Paula. Com a mudança, a estrutura da UPA Santa Paula mudou o fluxo e a necessidade de insumos, como o oxigênio. Avaliando o atual cenário e focando em levar mais segurança para a população, o local iniciou a instalação de uma Usina Elétrica de Oxigênio, na manhã de hoje (14), passando a ser autossustentável na distribuição.

"Um grande avanço para as pessoas que usam o serviço  do local. Agora, os pacientes que necessitarem do oxigênio terão mais segurança no que diz respeito a garantir do abastecimento, pois antes havia o risco de ocorrer desabastecimento pela  distribuidora. A instalação da Usina de Oxigênio é um mais uma ferramenta para melhorar e agilizar o atendimento dos pacientes, aliviando trabalho de troca constante de cilindros", comenta a prefeita, Elizabeth Schmidt. Os pacientes que mais precisam do Oxigênio são os que utilizam os respiradores. 

A Usina de Oxigênio é alugada e passou por processo de dispensa licitatória. A UPA Santa Paula teve que  realizar algumas adequações estruturais para poder receber a Usina, uma delas foi reforçar a eletricidade. O local contará com essa estrutura por seis meses. O custo para manter o equipamento em funcionamento é de R$ 65 mil por mês, gerando economia de 67,17% nos recursos municipais. 

"Temos uma economia significativa com a instalação. Antes da pandemia, a UPA Santa Paula utilizava menos oxigênio, gerando um custo de  cerca de R$ 2 mil/mês. Com a pandemia o custo chegou a cerca de R$ 190 mil/mês. Agora, além de  mantermos a  qualidade e  agilidade, também  estamos economizando os recursos da Prefeitura", explica o presidente da FMS, Dr. Rodrigo Manjabosco. A intenção é ter uma Usina própria e que possa distribuir Oxigênio para as demais estruturas de  saúde Municipal. 

A FMS acredita que até o final desta semana a Usina Elétrica de Oxigênio já estará em pleno funcionamento. 

 

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