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‘Justiça por Luciane’ pede punição para autor do crime

Ponta Grossa

14 de junho de 2021 14:36

Da Redação


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Mobilização em redes sociais pede a condenação de autor do crime Foto:
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Marcelo Ávila é acusado pelo Ministério Público pela morte da ex-mulher, a professora Luciane Ávila. Julgamento acontece nesta terça-fera (15)

Às vésperas do júri popular de Marcelo Ávila, familiares, amigos e conhecidos da professora Luciane Ávila, se organizam para promover o ato ‘Justiça por Luciane’, nesta terça-feira (15), às 8 horas da manhã, em frente ao Fórum de Ponta Grossa. A mobilização, em redes sociais, ganhou força no final de semana, com publicações de posts e imagens sobre o julgamento. ‘Nem uma a menos! Justiça por Luciane!! Nós vamos lutar por você Lu. Todos por você amanhã às 8hrs em frente ao Fórum’, diz a publicação em redes sociais

Marcelo Ávila é acusado pelo Ministério Público pela morte da ex-mulher, a professora Luciane Ávila. A sessão está prevista para começar às 8h30 e, de acordo com a Justiça, será semipresencial.

O crime aconteceu em dezembro de 2019. A professora foi morta em frente à escola onde trabalhava, na Avenida Anita Garibaldi, no bairro São José em Ponta Grossa. A vítima foi golpeada com várias facadas e não resistiu aos ferimentos. Um homem que tentou ajudá-la também foi ferido. Toda a ação foi presenciada pelo filho de Luciana, que tinha 6 anos, na época do crime.

Horas após o crime, Marcelo foi preso e disse em entrevista ao Portal aRede ter tirado a vida da ex-mulher, por suspeitar de uma traição conjugal. O réu confesso disse também não ter premeditado o crime e que não é usuário de droga.

O advogado Gustavo Madureira, encarregado da defesa de Marcelo, pediu para que ele fosse submetido a exame de sanidade mental, o qual constatou que sofre de Episódio Depressivo Grave e que ao tempo da ação, apesar de inteiramente capaz de entender o caráter criminoso do fato, ele estava parcialmente incapaz de determinar-se de acordo com esse entendimento por motivo da doença que possui.

Madureira afirmou que pelo fato do réu ser considerado parcialmente incapaz, em caso de condenação, ele terá sua pena reduzida de um a dois terços, devendo ser submetido a tratamento no Complexo Médico Penal.

O criminalista Angelo Pilatti Junior atuará como assistente de acusação. Ele disse fará o possível para a condenação do réu e que a sentença atenda à expectativa dos familiares da vítima.

 

 

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