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Josi do Coletivo critica projetos apresentados por Bloco Cristão

Ponta Grossa

21 de julho de 2021 17:00

Da Redação


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Vereadora de Ponta Grossa, Josiane Schade Kieras (PSOL). Foto: Luiz Cunha/CMPG
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Os projetos, intitulados pela parlamentar como “pacote de maldades”, propõe a censura de atividades artísticas, a proibição da chamada “linguagem neutra” nas escolas e sugere a isenção de taxas em templos religiosos

Na sessão desta quarta-feira (21), a vereadora Josiane Schade Kieras (PSOL), mais conhecida como 'Josi do Coletivo', usou de seu tempo na tribuna para falar sobre alguns projetos propostos pelo Bloco Cristão da Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG). Os projetos, intitulados pela parlamentar como “pacote de maldades”, propõe a censura de atividades artísticas e culturais que usam de verba pública, a proibição da chamada “linguagem neutra” nas escolas e, também, sugere a isenção de taxas em templos religiosos.

A vereadora apresentou ser completamente contra tais projetos. “Constatamos ali, escancaradamente ou nas entrelinhas, questões tais como: discriminação contra a população LGBTQIA+, desrespeito à competência e ética dos educadores em geral e prática de censura que fere totalmente a nossa Constituição Federal”, afirmou. “Tudo isso é um menu de obscurantismo, atraso científico e despreparo parlamentar”.

Josi seguiu questionando a necessidade de tais projetos, e direcionando suas críticas diretamente aos vereadores em questão. Ao fim de sua fala, a parlamentar anunciou que sexta-feira (23), às 19h, ocorrerá uma live, apresentada pela Frente Ampla Democrática, para que, juntamente com a população, os projetos sejam barrados.

Outro lado

Ao final da 'Sessão Ordinária', dos parlamentares do 'Bloco' acabaram se posicionando sobre as declarações de Josi do Coletivo. De acordo com, Leandro Bianco (Republicanos), sobre a isenção de taxas para qualquer templo religioso, "quais malefícios que isso traria para o Município? Nenhum. Pelo contrário, os benefícios que esse projeto trará são inúmeros", explicou, ao lembrar que a isenção já existia (foi revogada) e que "só queremos de volta um direito que havia sido adquirido".

Para a Missionária Adriana (SD), "falar em maldade, em um momento que nós temos apaziguar, trazer paz na nossa cidade". Na sequência, ao explicar o porquê da realização dos projetos de lei, a vereadora reforçou que "estamos aqui num pacote de bondade, não de maldade".

A fala na íntegra, dos vereadores, pode ser acessada clicando aqui.

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