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Embrapa aguarda decisão do Exército para sair de PG

Ponta Grossa

21 de julho de 2021 21:48

Da Redação


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Deputada federal, Aline Sleutjes (PSL), esteve reunida com o presidente da Embrapa, Celso Moretti, viabilizando a vinda da ESA para Ponta Grossa

A vice-líder do governo, deputada Aline Sleutjes (PSL), solicitou reunião, em 14 de julho, com o presidente da Empresa de Pesquisa Brasileira (Embrapa), Celso Moretti, a fim de verificar como estão os encaminhamentos da Escola de Sargentos das Armas (ESA) ao município de Ponta Grossa. A parlamentar, junto a Prefeitura, Governo do Estado e a comunidade de Ponta Grossa abraçaram essa iniciativa desde o início, quando solicitou ao então Ministro da Defesa, General de Exército Fernando Azevedo e Silva, que a nova ESA fosse instalada no município. 

Na audiência, Moretti demonstrou interesse e disse que está aguardando apenas a designação de um comunicado oficial do Exército para dar andamento no processo de permuta e compensações para ceder o terreno da Embrapa em Ponta Grossa para a ESA, e se instalar em Palmeira, num terreno oferecido pelo estado do Paraná à Empresa de Pesquisa. 

A vice-líder do governo tem realizado reuniões, enviado ofícios, ligado e trabalhado para a vinda da ESA. “Hoje venho conversar com o Sr. Presidente Moretti para verificar no que mais posso ser útil,  para realizarmos esse sonho de Ponta Grossa e do Paraná. É um município que dispõe de total estrutura para receber os militares e suas famílias, composto por universidades, escolas, cursos, saúde de qualidade, comércios, atrativos para lazer com parques, shopping e muitas outras ativas, aeroporto, área industrial ”, defendeu a parlamentar. 

Devido a Embrapa não precisar de todo o terreno de Ponta Grossa, o presidente não vê empecilhos para essa troca, inclusive acha apropriada para a Escola. “Fiquei impressionado com o projeto apresentado pela Prefeitura de Ponta Grossa para a instalação da ESA, muito bem estruturado e organizado, pensaram em tudo. Existe uma área excelente, inclusive do ponto de vista técnico de solo, clima, altitude e espaço ”, destacou Moretti. 

O território da Embrapa, em Ponta Grossa, é maior do que a área da Fazenda Baronesa, em Palmeira, o que representa aproximadamente R$ 300 milhões de diferença. Mas o presidente Moretti acredita que uma compensação resolve o problema. “O exército poderia nos apoiar em eventuais obras que nós precisamos fazer, uma vez que eles dispõem de um batalhão de engenharia. Na questão de equipamentos e informatização o Estado também pode nos ajudar. Outra forma poderiam compensar com a própria Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS), pois temos uma fábrica de sementes que é bem importante para a região para se fazer experimentação agrícola”, sugeriu Moretti.  

Segundo o presidente da Embrapa, a área que está sendo colocada em Palmeira atende às necessidades da Instituição para desenvolver os trabalhos, mas fez uma solicitação. “Tem uma pequena área dentro da fazenda modelo onde trabalhamos as espécies florestais e na negociação gostaríamos de mantê-la, uma vez que não queremos perder o patrimônio genético dos estudos que estão em andamento”, disse Moretti. 

A vice-líder do Governo se comprometeu em levar  todas as sugestões propostas ao Exército já na primeira semana de agosto. “Estou lutando pelos Campos Gerais, bem como pelo Paraná, devido a importância deste investimento. Precisamos pensar no que é melhor para o Estado, e se o Comando já disse que a única oportunidade do estado é Ponta Grossa, vamos trabalhar com todas as energias para que este projeto se concretize lá. Uma pena alguns deputados estarem dividindo forças em relação a levar a ESA para Londrina , sendo que a Embrapa e o Comando já demonstraram inviabilidade e falta de interesse , devido não cumprir os requisitos necessários”, ressaltou Aline Sleutjes.

Informações: Assessoria de Imprensa.

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