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Família pede ajuda para compra de prótese

Ponta Grossa

26 de julho de 2021 11:29

Da Redação


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Miroslau Polan Kubisty, de 51 anos, teve a perna amputada Foto: Divulgação
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Miroslau Kubisty, de 51 anos, teve a perna amputada há quase dois meses e família busca auxílio para a aquisição uma prótese de membro inferior, para ele poder voltar a andar

Uma família ponta-grossense pede ajuda à comunidade para superar um problema no âmbito da saúde. Miroslau Polan Kubisty, de 51 anos, em decorrência de complicações ocasionadas pela diabetes, teve sua perna esquerda amputada recentemente. Agora, diante das dificuldades encontradas para andar com muletas, e buscando uma qualidade de vida melhor, almeja conseguir uma prótese de membro inferior. Porém, diante das dificuldades financeiras, o alto preço das próteses impede que esse desejo, de voltar a andar, se realize, e cada dia que passa sem prótese é prejudicial para uma futura adaptação a próteses. Por esses motivos, Terezinha Aparecida Kubisty, esposa de Miroslau, recorre à boa vontade de quem quiser auxiliar a sua família.

“Vai fazer dois meses que precisou amputar a perna logo após o joelho. Nesse período, para se locomover, ele está com muleta e vive caindo – há três semanas, ele caiu e machucou novamente a cirurgia. Está um problema sério”, resumiu Terezinha. Por esse motivo, Terezinha e Miroslau tiveram inúmeras conversas com o médico sobre uma prótese. O médico ressaltou a eles a importância de se usar prótese o quanto antes for possível. “O médico disse para priorizar a prótese, para fazer o quanto antes para não perder tanta musculatura. Como ele falou, é preciso colocar uma borracha na perna, para ligar à prótese, e se ‘enxugar’ a perna, a prótese não vai parar”, informou.

O médico informou que há inúmeras próteses, mas que entre as mais indicadas para ele, os valores começam em cerca de R$ 12 mil. Valor inviável para as condições da família. “É um valor absurdo e não temos condição. Ele trabalhava de motorista, mas como há seis anos já precisou fazer uma cirurgia para amputar os dedos do pé, ele parou de trabalhar. Ele recebe auxílio e eu trabalho como diarista três vezes por semana. Mas nós pagamos aluguel, tem a água, luz, alimentação, e quando precisamos ir para o médico, vamos com carro de aplicativo”, explica

Sem ter condições de pagar o valor pedido, Terezinha já buscou por ajuda, mas sem sucesso, até o momento. “Já procurei por vereadores, deputada, mas ainda não consegui. Disseram que iriam ajudar, que iriam ver, mas até agora ninguém respondeu. E não há como nem eu dar uma entrada em um valor desse. Independente da prótese, do valor da prótese, tudo o que ele quer é voltar a andar, voltar a ter uma vida normal”, reforça Terezinha, afirmando que seu marido está depressivo.

 

Como ajudar

Diante de tudo isso, Terezinha informou aceitar quaisquer valores de quem quiser contribuir. Ela também está aberta para sugestões por parte de quem quiser auxiliar. Interessados podem fazer um Pix, no número: 42 999659325 (chave de celular) ou então fazer um depósito em sua conta da NU Pagamentos S.A. (Nubank), na conta de número 44014366-8, Agência 0001, Banco 0260. Quem quiser entrar em contato com Terezinha, seu celular é o (42) 99965-9325.

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