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Reforma administrativa visa a trazer economia para PG

Ponta Grossa

27 de agosto de 2021 21:14

Rodolpho Bowens


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Maurício Silva, secretário de Administração e Recursos Humanos de Ponta Grossa. Foto: Rodolpho Bowens/aRede.
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Em conversa com o Grupo aRede, secretário de Administração e RH de Ponta Grossa detalhou mudanças na Prefeitura

A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PMPG) apresentou, em 6 de agosto, projetos de lei que trazem uma Reforma Administrativa no Executivo. As propostas criam secretarias municipais e extinguem a Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes (AMTT) da cidade, por exemplo. Em entrevista para o Grupo aRede na tarde desta sexta-feira (27), o secretário da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (SMARH) de Ponta Grossa, Maurício Silva, detalhou a iniciativa da Prefeitura e comentou que a ideia é trazer economia para a cidade – a conversa pode ser assistida na íntegra clicando aqui.

No início do bate-papo, o secretário explicou o porquê da apresentação dessa Reforma Administrativa pelo Executivo. “A Lei que regula a estrutura administrativa de Ponta Grossa é de 2001. Então, já são 20 anos e precisa ser adequada, readequada, para que ela passe a ser de acordo com a atualidade e as demandas que o Município precisa. Essas atualizações, é importante deixar claro, que não terão criação de cargos ou aumento de despesas. É uma mera readequação administrativa”, comentou Maurício.

A Reforma (Projeto de Lei 191/2021) cria, por exemplo, a Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Municipal da Família e Desenvolvimento Social, além da transformação da Agência de Fomento Econômico de Ponta Grossa (Afepon) em Agência de Inovação e Desenvolvimento (AID). Todas essas pastas, segundo o secretário, ainda não receberam os possíveis nomes que comandarão as atividades.

Na conversa, ao ser questionado sobre não aumentar os gastos da Prefeitura, Maurício disse que “nós não podemos criar despesas até 31 de dezembro – por conta da Lei Complementar 173. Essa reforma é neste sentido, uma readequação, realocação com os cargos que já existem. Não haverá aumento de despesa, nem criação de cargo. É intenção do Município, com essa Reforma, a economia. Acaba revertendo em benefícios para a cidade”, salientou.

Números que mostram economia

Na sequência da entrevista, o secretário foi questionado sobre qual seria a economia que a Prefeitura teria, com a aprovação dos projetos. De acordo com Maurício, “esses números já existem, mas não tenho aqui para te passar no momento. Mas, internamente, já tem esse estudo com os números dessa eventual economia”. O Grupo aRede entrará em contato com a PMPG para saber, de fato, se a proposta trará a economia visada pelo Executivo.

A Reforma Administrativa também tem gerado debates na Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG). Recentemente, vereadores apresentaram a Moção de Apelo 389/2021, a qual solicita que a PMPG não acabe com a AMTT da cidade. Quem apresentou o pedido foram os parlamentares Celso Cieslak (PRTB), Daniel Milla Fraccaro (PSD), Edelmar Pimentel (PSB), Geraldo Stocco Filho (PSB), Izaías Salustiano (PSB) e Valdir Antônio Pedroso (PSC).


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