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IMM tem consolidação nacional em Justiça Restaurativa

Ponta Grossa

26 de outubro de 2021 19:24

Dhiego Tchmolo


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CNJ cita as entidades que forneceram planos pedagógicos de cursos de formação Foto: Divulgação
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Instituto Mundo Melhor torna-se referência na área, entre instituições públicas e privadas brasileiras, segundo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Com expertise em formações em Justiça Restaurativa, o Instituto Mundo Melhor recebeu um reconhecimento do seu trabalho, figurando entre as principais instituições públicas e privadas brasileiras da área, em um documento elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça. O CNJ cita as entidades que forneceram planos pedagógicos de cursos de formação, estes serviram de base de estudo e subsídio ao Comitê Gestor da Justiça Restaurativa.

É importante ressaltar que, parte dos planos pedagógicos enviados pelas entidades formadoras ao CNJ referia-se a cursos de formação teóricos; outros, a cursos de formação de facilitadores de práticas restaurativas, ou seja, voltados à prática. Já o IMM destaca-se por unir as duas modalidades, oferecendo formação teórica e prática. “Sermos citados pelo CNJ demonstra a credibilidade, a capacidade técnica que temos para estar em todo país e ainda consolida o IMM como referência nacional em Justiça Restaurativa”, argumenta a presidente do IMM, Cirlei Simão Pauliki.

O diferencial do IMM é que ele atua como uma entidade de formação, de fortalecimento e de apoio às práticas restaurativas e de Justiça Restaurativa não apenas em seu estado sede, Paraná, mas também em diversos estados brasileiros. Para a pedagoga do Instituto, Érica Lemes, constar no documento do CNJ é motivo de imensa satisfação e de agradecimento.

“Somos gratos a todas as pessoas que são parceiras nessa caminhada, porque entendemos que na JR, assim como em nossa vida, ninguém faz nada sozinho. Agora, com a orientação do CNJ e do Comitê Gestor de Justiça Restaurativa, os novos Planos Pedagógicos Mínimos Orientadores para as formações serão apresentados, compreendendo que estamos caminhando em uma estrada que está sendo sedimentada desde 2014”, completa a pedagoga.

Informações da assessoria de imprensa.

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