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Professoras se mobilizam por possível falta de salário no PR

Ponta Grossa

20 de janeiro de 2022 08:57

Da Redação


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Documento assinado pelo Secretário da Educação Renato Feder prevê que professoras com contrato temporário renovado não poderão assumir aulas

As professoras gestantes contratadas em regime especial de contrato temporário - PSS na rede estadual de ensino, podem ficar sem salário. Segundo a Resolução N.º 5.987/2021 – GS/SEED professores que se enquadram no grupo de risco da COVID-19 não terão aulas atribuídas. Em 2021, uma lei federal incluiu as gestantes no grupo risco, as professoras grávidas que tiveram seu contrato prorrogado, permanecem com ele em aberto, mas sem suprimento e, portanto, sem salário. [Clique na imagem e assista ao vídeo]

Esse grupo, professoras gestantes, só teriam salários quando acabasse a pandemia e normalizasse a atribuição de aulas, ou quando entrarem em licença-maternidade. A professora de química, Liziane Barros indaga “a previsão da minha licença-maternidade é apenas em julho, se eu não pegar aulas agora, como farei sem salário até o início da minha licença-maternidade?”.

O último concurso para contratação de professores na rede estadual de ensino do Paraná aconteceu há 10 anos atrás, e os contratos temporários são uma alternativa rápida e barata do Estado para suprir as demandas de recursos humanos nas área de educação, saúde e assistência social.

As professoras gestantes que se encontram nesta situação estão se unindo para intervir “nós criamos um grupo para pensar em ações para conter este absurdo, tem colegas passando mal, com pressão oscilando devido a pressão e o terrorismo que a Estado está fazendo conosco.” Comenta a professora Liziane Barros.

O Portal aRede entrou em contato com o Núcleo Regional de Educação de Ponta Grossa, mas até o fechamento desta matéria não obteve resposta.

“Nós queremos apenas o que é nosso direito, nós realizamos uma prova e testamos nossa capacidade para desempenhar essa função. Se uma empresa privada não pode deixar uma gestante sem salário, por que o Estado pode?” finaliza a professora. 

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