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Unium consolida aportes de R$ 42 mi na área de lácteos

Valor foi aplicado, nos últimos dois anos, em ampliações e em equipamentos de última geração

Nova Queijaria  está sendo construída ao lado da UBL de Ponta Grossa
Nova Queijaria está sendo construída ao lado da UBL de Ponta Grossa -

Fernando Rogala

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Valor foi aplicado, nos últimos dois anos, em ampliações e em equipamentos de última geração 

O setor de lácteos da Unium fechou 2021 com um faturamento de R$ 2,86 bilhões. O valor foi quase 20% superior ao faturamento registrado no ano imediatamente anterior, 2020, quando totalizou R$ 2,4 bilhões. Esse crescimento veio justamente em um ano em que as cooperativas que integram a Unium (Castrolanda, Capal e Frísia) fizeram investimentos em melhorias de suas estruturas. O total investido no decorrer de 2021 foi de R$ 23,6 milhões. Se somar o que já foi investido em 2020, R$ 18,8 milhões, mais de R$ 42 milhões foram aplicados na melhoria e ampliação dos processos produtivos.

De acordo com a Unium, esses investimentos foram feitos em equipamentos de última geração, ampliação de unidades e treinamento dos aproximadamente 1.140 colaboradores das indústrias. Essas Unidades de Beneficiamento de Leite (UBLs) estão instaladas em Ponta Grossa, em Castro e em Itapetininga (São Paulo). O modelo de intercooperação é essencial para resultados tão expressivos, informa Edmilton Aguiar Lemos, superintendente de Operações Lácteas da Unium. “Desde sua criação, a Unium trabalha com focos específicos para cada uma das cooperativas e seus negócios. Ao longo deste ano, alguns desses desafios ficaram evidentes e foram superados, trazendo grandes resultados para a marca”, disse.

A prova disso é que os investimentos não param por aqui. Pelo contrário: serão potencializados com um grande aporte que começa a ser construído em Ponta Grossa, ao lado da Unidade de Beneficiamento de Leite do grupo em Ponta Grossa, às margens da PR-151. É a construção de uma queijaria, orçada em R$ 460 milhões. “O investimento para um projeto dessa magnitude fica mais leve e possível com a força da intercooperação. Vendo o crescimento da produção de leite dos nossos cooperados, o grupo se adiantou e buscou uma solução rentável para mostrar aos parceiros”, completa Lemos.

Outro resultado é a grande produção total de leite, que coloca a Unium, pelo segundo ano consecutivo, como é a segunda maior produtora de leite do país, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Leite (Abraleite), no 25º Ranking das Maiores Empresas de Laticínios do Brasil. O ranking apontou a produção de 1,3 bilhão de litros no ano, valor 0,6% superior ao registrado em 2020 (alta de 7,8 milhões de litros). Em produtividade, a marca segue na liderança nacional, com média de 2.428 litros de leite por produtor no dia - 18% a mais que em 2020. Além disso, todas as unidades de leite da marca têm o mais alto nível de Certificação FSSC 22000 (Food Safety System Certification) versão 5.1.

Unium é pioneira em proteína em pó

A grande inovação recente da Unium foi o lançamento do MPC (Milk Protein Concentrate, proteína concentrada de leite, em inglês) no formato “em pó”, produzido pela primeira vez no Brasil. O MPC é feito a partir da filtragem do leite para extrair sua proteína e utilizá-la em outros produtos. Na primeira fase do processo, retira-se a gordura do leite (desnate), depois há a filtração por membranas, onde retêm-se as proteínas, no caso o MPC. Em paralelo, há o permeado de leite, um produto com alto teor de lactose. A iniciativa pioneira é da Unium, que vende o produto de alto valor agregado em sacos de 25 kg. 

Com informações das assessorias

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