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Em 3ª onda, Manaus vive novo colapso com 2 mil óbitos

Cotidiano

19 de janeiro de 2022 09:36

Da Redação


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Capital do Amazonas passou por segunda onda da Covid-19 com falta de oxigênio. Foto: Yahoo/Reuters/Bruno Kelly
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Internação pela doença na capital do Amazonas avançou 1.060% só na primeira quinzena de janeiro de 2022

 

Pouco mais de 1 ano após a crise de oxigênio, Manaus (AM) vive um flashback de um dos piores momentos da pandemia da Covid-19. Já com a terceira onda do vírus em curso, pesquisadores preveem pelo menos 2 mil óbitos por conta das variantes Delta e Ômicron na capital amazonense. Apesar dos alertas, o pode público do estado, bem como autoridades municipais, seguem ignorando as recomendações enviadas por institutos de referência. As internações pela doença no estado avançaram 1.060% só na primeira quinzena de janeiro de 2022. 

Segundo explica Jesem Orellana, epidemiologista da Fiocruz/Amazônia, há uma evidente explosão de casos novos da doença e, mais recentemente, de internações em leito clínico ou de casos graves. Para exemplificar, no dia 01 de janeiro, haviam apenas 21 internados por Covid-19 em Manaus. No entanto, dia 16 esse número sofreu explosão, alcançando 240 internados, em aproximadamente 15 dias, aumentando 10,6 vezes ou 1.060%. 

"Esse padrão de crescimento exponencial, fatalmente, remete aos críticos momentos da segunda quinzena de 2022, com as mortes por asfixia semanas depois. Portanto, não seria exagero classificar a situação sanitária como de alto risco", avalia Orellana. A Fiocruz informou que há 93% de leitos clínicos infantis e 89% dos leitos adultos ocupados. O crescimento foi de 267% nos primeiros quinze dias de janeiro. 

 Com informações do Yahoo

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