PLATAFORMAS


EDITORIAS


SEÇÕES


PROJETOS


INSTITUCIONAL

Policiais penais pedem mais rigidez no combate à pandemia

Cotidiano

28 de janeiro de 2022 10:41

Da Redação


Relacionadas

Rede estadual se destaca no combate ao abandono escolar

Bolsonaro se reúne com bilionário Elon Musk em SP

Governo oferta pós-graduação em gestão pública do esporte pela UEPG

Confira o resultado do concurso para o Censo do IBGE
Ratinho Jr. se encontra com Bolsonaro em Curitiba
Frio permanece no fim de semana em toda região Sul
Mulher deixa cartaz com recado no carro do ex-marido no Pará
Sindicato dos Policiais Penais pede mais rigidez no combate à pandemia nos presídios do Paraná. Foto: Joka Madruga/SINDARSPEN
PUBLICIDADE

Além da questão sanitária, a preocupação também está na falta de condições para seguir o trabalho com tamanha carência de pessoal

Em decorrência do aumento no número de casos de covid-19 com a variante ômicron, o Sindicato dos Policiais Penais do Paraná (SINDARSPEN) pediu que o Departamento de Polícia Penal (Deppen) volte a adotar regras mais rigorosas para evitar a proliferação do coronavírus nas unidades do estado.

No último dia 11, uma portaria do órgão liberou algumas restrições com relação aos cuidados com a pandemia, como a permissão para visitas íntimas e uma maior quantidade de pessoas autorizadas para visitar presos e presas. A preocupação do SINDARSPEN é que a pouca restrição na circulação de pessoas desencadeie um surto de covid nas penitenciárias, casas de custódias, colônias penais e cadeias públicas estaduais.   

Além da questão sanitária, a preocupação também está na falta de condições para seguir o trabalho com tamanha carência de pessoal, já que muitos policiais penais estão precisando ser afastados do serviço por estarem contaminados.

O SINDARSPEN também solicitou que o Deppen retome a prática de testagem em massa nos presos e nos servidores, para isolar todos que possam ser vetores de contaminação. “Por ser fechado, aglomerado e com pouca luz e ventilação, o ambiente prisional reúne condições propícias pra rápida proliferação do coronavírus. Por isso, é necessário que o Deppen siga tendo rigidez no controle da pandemia nos presídios. Não dá para relaxar diante da alta de contaminações”, defende o presidente do Sindicato, Ricardo Miranda.

Em todo o Paraná há cerca de 30 mil pessoas privadas de liberdade, em penitenciárias, casas de custódia, colônias penais e cadeias públicas distribuídas em mais de 150 municípios.

Com informações: SINDARSPEN.

PUBLICIDADE

Recomendados